Discurso no Senado Federal

HOMENAGEM AO SENADOR JOSE SARNEY PELO TRANSCURSO DE SUA DATA NATALICIA, NO ULTIMO DIA 24. LOUVOR A ATUAÇÃO DO SENADOR ANTONIO CARLOS MAGALHÃES NA CONDUÇÃO DA PRESIDENCIA DO CONGRESSO NACIONAL E PELO POSICIONAMENTO ASSUMIDO EM DEFESA DAS CPI DO SISTEMA FINANCEIRO E DO JUDICIARIO.

Autor
Gilvam Borges (PMDB - Movimento Democrático Brasileiro/AP)
Nome completo: Gilvam Pinheiro Borges
Casa
Senado Federal
Tipo
Discurso
Resumo por assunto
HOMENAGEM.:
  • HOMENAGEM AO SENADOR JOSE SARNEY PELO TRANSCURSO DE SUA DATA NATALICIA, NO ULTIMO DIA 24. LOUVOR A ATUAÇÃO DO SENADOR ANTONIO CARLOS MAGALHÃES NA CONDUÇÃO DA PRESIDENCIA DO CONGRESSO NACIONAL E PELO POSICIONAMENTO ASSUMIDO EM DEFESA DAS CPI DO SISTEMA FINANCEIRO E DO JUDICIARIO.
Aparteantes
Artur da Tavola, Bernardo Cabral, Heloísa Helena, Iris Rezende, Maguito Vilela, Mozarildo Cavalcanti, Romero Jucá, Romeu Tuma.
Publicação
Publicação no DSF de 28/04/1999 - Página 9061
Assunto
Outros > HOMENAGEM.
Indexação
  • HOMENAGEM, ANIVERSARIO DE NASCIMENTO, JOSE SARNEY, SENADOR.
  • ELOGIO, ATUAÇÃO, ANTONIO CARLOS MAGALHÃES, PRESIDENTE, SENADO, ESPECIFICAÇÃO, DEFESA, COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUERITO (CPI), BANCOS, JUDICIARIO.

O SR. GILVAM BORGES (PMDB-AP. Pronuncia o seguinte discurso. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, venho a esta tribuna para render uma homenagem a um amigo que aniversariou no dia 24 deste mês. Trata-se de um grande brasileiro, parlamentar experiente em consecutivos mandatos, deputado federal, governador do seu Estado natal, senador da República, presidente do Senado e do Congresso Nacional, vice-presidente e presidente do Brasil.  

Ao colega que advinhar quem é essa pessoa, concederei aparte em seguida. Mas vou me adiantar para dizer que é José Sarney.  

Nasceu na cidade de Pinheiro, no Maranhão, no ano do senhor de 1930, na baixada maranhense, com seus campos verdejantes, seus pássaros nhambus, jaçanãs, marrecos, flamingos, garças. Pinheiro dos pacus, piaus e bagres, dos campos alagados durante a estação das chuvas.  

José Sarney, poeta, escreveu em um de seus poemas:  

"Eu, de nome José,/ rasguei os olhos da vida/ em cinzas manhãs de abril./ Chorei e o campo chovia/ onde a cidade pedia/ tempos, clemência e amor./ Bendito sejais chão Pinheiro,/ com o canto dos bois/ e os patos selvagens/ que deixam as nuvens/ e os ventos gigantes/ que lhes guiaram as asas cruzando oceanos/ e pousaram à beira desse Rio dos Defuntos/ onde sacodem a viagem/ e fazem ninhos/ na folha das plantas aquáticas/ que flutuam como anjos deitados/ na mansidão dos lagos."  

José Sarney, o poeta, que disse também na û


Este texto não substitui o publicado no DSF de 28/04/1999 - Página 9061