Notas Taquigráficas
| Horário | Texto com revisão |
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| R | A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Declaro aberta a 20ª Reunião da Comissão de Assuntos Sociais da 3ª Sessão Legislativa Ordinária da 55ª Legislatura do Senado Federal. Antes de iniciar os nossos trabalhos, proponho a dispensa da leitura e a aprovação da ata da reunião anterior. Os Srs. Senadores e as Srªs Senadoras que aprovam permaneçam como se encontram. (Pausa.) Aprovada. A presente reunião destina-se à apreciação de um item não terminativo e quatro itens terminativos, conforme pauta previamente divulgada. ITEM 4 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 14, de 2017 - Terminativo - Acrescenta o art. 118-A à Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, para conceder garantia de emprego ao segurado com câncer que perceber auxílio-doença, acidentário ou não. Autoria: Senador Eduardo Amorim Relatoria: Senador Paulo Paim Relatório: Pela aprovação do Projeto. Observações: - Votação nominal. A SRª VANESSA GRAZZIOTIN (Bloco Socialismo e Democracia/PCdoB - AM) - Presidente, pela ordem. A gente não está conseguindo ouvir. A senhora está com problema na voz, a gente sabe, problema de saúde, e o som está muito baixo. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Eu estou sem voz. Então, tem que aumentar... A SRª VANESSA GRAZZIOTIN (Bloco Socialismo e Democracia/PCdoB - AM) - Tem que aumentar o som. (Pausa.) |
| R | A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Projeto de Lei da Câmara nº 38, decisão não terminativa. O SR. PAULO PAIM (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RS) - Presidenta, ninguém está ouvindo. O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RJ) - O som está muito baixo também. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Estou com problema de voz. Eu vou tentar falar o mais alto que posso. O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RJ) - Acho que é importante aumentar o som. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP. Fazendo soar a campainha.) - Por eu estar com problema de voz, vou pedir às assessorias e às pessoas presentes que não falem. A SRª VANESSA GRAZZIOTIN (Bloco Socialismo e Democracia/PCdoB - AM) - Presidente, está impossível. Se o plenário não contribuir com V. Exª, a gente não vai conseguir ouvir. A SRª FÁTIMA BEZERRA (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RN) - É porque o som da mesa está com problema. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Eu gostaria de saber se o Senador Caiado e a Senadora Gleisi, que estão na segunda fila, estão escutando. A SRª GLEISI HOFFMANN (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - PR. Fora do microfone.) - Não. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - O senhor está escutando? V. Exª está escutando, Senadora Regina? (Pausa.) ITEM 1 PROJETO DE LEI DA CÂMARA Nº 38, de 2017 - Não terminativo - Altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e as Leis nºs 6.019, de 3 de janeiro de 1974, 8.036, de 11 de maio de 1990, e 8.212, de 24 de julho de 1991, a fim de adequar a legislação às novas relações de trabalho. Autoria: Presidência da República Relatoria: Senador Ricardo Ferraço Relatório: Pela aprovação total do Projeto e pela rejeição de todas as Emendas apresentadas. Observações: - Em 06.06.2017, a Comissão de Assuntos Econômicos aprovou Parecer favorável ao Projeto. - Em 07.06.2017, foram apresentadas na CAS as Emendas nºs 243 a 441. - A matéria vai à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania para prosseguimento da tramitação. - Votação simbólica. Concederei a palavra ao Senador Ricardo Ferraço para proferir a leitura do seu relatório, mas, antes disso, quero dizer que fizemos aqui um entendimento. Gostaria que os Líderes se pronunciassem para que ficasse registrado nos Anais o entendimento feito. O SR. ROMERO JUCÁ (PMDB - RR) - Pela ordem. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Pois não, Senador Jucá. O SR. ROMERO JUCÁ (PMDB - RR. Pela ordem.) - Srª Presidente, o Senador Ricardo Ferraço está com o relatório pronto. |
| R | O relatório está na Comissão desde ontem e, portanto, por conta do Regimento, precisaria estar há dois dias aqui, na mesa. Está há dois dias e poderia haver a leitura hoje. Há um posicionamento dos partidos de oposição solicitando que não fosse lido hoje esse relatório. Nós poderíamos lê-lo, mas construímos aqui um acordo de calendário, por conta dessa leitura, até o dia da votação na CCJ. E, portanto, eu queria propor, dentro do espírito de entendimento que foi colocado, que nós não lêssemos o relatório hoje, nós leríamos o relatório na próxima terça-feira, votaríamos na terça-feira seguinte. No dia seguinte à terça-feira da votação na CAS, nós leríamos na CCJ e, na quarta-feira seguinte, voltaríamos na CCJ pela manhã. Portanto, nós teríamos o encerramento de votação nas comissões no dia 28, podendo aí, no dia 28, essa matéria ir ao plenário durante a Ordem do Dia. Portanto... O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RJ) - Dia 28, Senadora Marta? A SRª GLEISI HOFFMANN (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - PR. Fora do microfone.) - Plenário, não. O SR. ROMERO JUCÁ (PMDB - RR) - Esperem aí... A SRª GLEISI HOFFMANN (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - PR) - Nós combinamos até a CCJ. Não tem acordo para ir ao plenário em regime de urgência no dia 28. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Melhor a votação, então. O SR. ROMERO JUCÁ (PMDB - RR) - A partir de a matéria estar pronta, o Presidente pauta ou não pauta no plenário do dia em que ele quiser. Eu estou só dizendo que, a partir do dia 28, a matéria estará pronta para ir a plenário. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Eu gostaria de... O SR. ROMERO JUCÁ (PMDB - RR) - Não estou dizendo que vamos votar no dia 28, estou dizendo que a matéria estará pronta para ir ao plenário. (Soa a campainha.) O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RJ) - Senadora Marta... A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP. Fazendo soar a campainha.) - Eu gostaria... O SR. ROMERO JUCÁ (PMDB - RR) - Se quiser votar, vota; se não quiser votar, não vota. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Eu gostaria de acrescentar uma coisa, Senador Jucá. Na próxima terça-feira, foi combinado que faremos a leitura do Senador Ferraço, que é o relatório, depois a leitura das emendas e depois... Será tudo junto. O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RJ) - Senadora Marta... A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - E os votos em separado. Nós vamos liquidar tudo isso na terça-feira. Combinado? O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RJ) - Combinado. Senadora Marta, o Senador Paulo Paim vai falar por todos nós agora aqui. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Pois não, vamos escutá-lo. O SR. PAULO PAIM (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RS) - Primeiro, queria cumprimentar V. Exª, Senadora Marta Suplicy, pela sensibilidade deste momento. Se mesmo antes de iniciar a reunião, algum de nós - eu me incluo - usou a palavra num tom mais alto, peço desculpa, porque não é meu estilo e não é correto também que se faça isso. Ao mesmo tempo, depois de um diálogo liderado por V. Exª e com a participação de todos os Líderes, nós construímos esse acordo de forma semelhante, como fizemos lá na CAE, que é positivo, na minha avaliação, para boas relações aqui dentro, independentemente do resultado. E aí, resultado é resultado, no voto que se decida. Eu acho que o acordo ficou encaminhado, na nossa avaliação, nos parâmetros do Regimento. Eu não entrarei aqui na discussão se teve ou se não teve dois dias. O importante para mim foi o acordo firmado entre nós que garante que essa matéria será lida na próxima terça-feira, será votada na outra terça-feira e, como disse o Senador Romero Jucá, traduziu na íntegra o que aqui nós assimilamos de V. Exª... O SR. RICARDO FERRAÇO (Bloco Social Democrata/PSDB - ES) - Na próxima terça, nós leríamos... O SR. PAULO PAIM (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RS) - Leríamos... O SR. RICARDO FERRAÇO (Bloco Social Democrata/PSDB - ES) - ... eventualmente os votos em separado. O SR. PAULO PAIM (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RS) - Com certeza, poderemos ler os votos em separado porque já acertamos que na outra terça vamos a voto, como é a vontade aqui, pelo que percebi, da maioria. Lá, na CCJ, chegando lá, nós faríamos a leitura e depois, na outra semana, pelo acordo feito, votaríamos na CCJ. Aí, vai ao plenário, o debate do plenário é no plenário. Nós, aqui, acho que não precisamos ter nenhum tipo de desgaste em relação ao que vai acontecer no plenário, que vai ser outro momento. |
| R | Eu quero apenas cumprimentar a todos. Este é um momento de grandeza, de sabedoria e de respeito até eu diria à visão da oposição e da minoria, porque assim que é a relação no Parlamento. E a gente vai construindo junto o que seja melhor para toda a sociedade, e, claro, cada um vai ter a sua posição e, no voto, é que se decide. Eu agradeço, Presidenta, agradeço especialmente a V. Exª. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Essa questão estando decidida, nós passamos agora aos itens terminativos,... A SRª VANESSA GRAZZIOTIN (Bloco Socialismo e Democracia/PCdoB - AM) - Senadora Marta. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - ... aproveitando o quórum. Pois não. A SRª VANESSA GRAZZIOTIN (Bloco Socialismo e Democracia/PCdoB - AM) - Se V. Exª me permite, apenas só para registrar, Senador Jucá, Líder do Governo, que, pelo calendário que ficou acordado, teríamos a leitura a semana que vem, aqui na Comissão, na terça, e, na próxima, dia 20, a votação aqui. Já no dia seguinte, portanto, abrindo mão - porque houve uma unanimidade no acordo - do Regimento, dos dois dias, haveria a leitura na Comissão de Constituição e Justiça, para deixar claro, porque, quando a gente passa por cima do Regimento, o que é possível, é regimental, mas só é possível quando há unanimidade, acordo entre todos. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Agora... A SRª VANESSA GRAZZIOTIN (Bloco Socialismo e Democracia/PCdoB - AM) - E efetivamente houve esse acordo. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Acho que está claro, Senadora. A SRª VANESSA GRAZZIOTIN (Bloco Socialismo e Democracia/PCdoB - AM) - Perfeito. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Mas eu gostaria de deixar claro também... O SR. HUMBERTO COSTA (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - PE) - Srª Presidente. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Um momento. Gostaria de deixar claro também que, regimentalmente muito bem estudado por esta Presidência, assessorada também por consultoria do Senado, teríamos, sim, dois dias. Este é um ato de deliberação da Presidência. E também, mesmo se não houvesse os dois dias, é do direito da Presidência votar. Não vou encompridar a discussão; só para deixar isso claro. O SR. HUMBERTO COSTA (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - PE) - Srª Presidenta. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Pois não, Senador. O SR. HUMBERTO COSTA (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - PE) - Eu gostaria de fazer uma solicitação aos integrantes da Comissão. Eu tenho um projeto terminativo. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Está aqui. (Risos.) O SR. HUMBERTO COSTA (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - PE) - Pronto, eu queria pedir para ver se seria possível votá-lo em primeiro lugar. Obrigado. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Se todos ficarem, nós temos três projetos terminativos que gostaríamos muito de votar. Então, vamos. (Pausa.) Eu gostaria de colocar alguma coisa para deixar registrado. A leitura do relatório dos votos em separado no dia 13 encerra a discussão, e não serão aceitos votos em separado e emendas. No dia 20, teremos a votação. Só para registrar. Relatório do Senador Paulo Paim. ITEM 4 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 14, de 2017 - Terminativo - Acrescenta o art. 118-A à Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, para conceder garantia de emprego ao segurado com câncer que perceber auxílio-doença, acidentário ou não. Autoria: Senador Eduardo Amorim Relatoria: Senador Paulo Paim Relatório: Pela aprovação do Projeto. Observações: - Votação nominal. Concedo a palavra ao Senador Paulo Paim para proferir a leitura do seu relatório. O SR. PAULO PAIM (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RS. Como Relator.) - Só peço à assessoria para, se possível, alcançar-me o relatório, já que estávamos concentrados aqui. Srª Presidenta, Senadora Marta Suplicy, vou direito ao relatório. Vem o exame desta Comissão, em decisão terminativa, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 14, de 2017, do Senador Eduardo Amorim, que concede garantia do emprego ao segurado com câncer que perceba o benefício do auxílio-doença, acidentário ou não. |
| R | Pela proposta, estende-se ao segurado com câncer, após a cessação do auxílio-doença, acidentário ou não, a garantia de permanência no emprego prevista no art. 118 da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991. Determina, ainda, que essa garantia se aplica ao segurado, mesmo que a doença seja anterior à filiação. Ao justificar sua iniciativa, o autor argumenta que a dignidade da pessoa humana é um dos fundamentos da República Federativa do Brasil. Entro na análise, Srª Presidenta. (Soa a campainha.) O SR. PAULO PAIM (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RS. Como Relator.) - Análise. Nos termos do art. 90, inciso I, combinado com o disposto no art. 100, inciso I, do Regimento Interno do Senado Federal, compete à Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em caráter terminativo, discutir e votar projetos de lei que versem sobre relações de trabalho. Sob o aspecto formal, não vislumbramos óbice algum de natureza jurídica ou constitucional, eis que a iniciativa da proposição está amparada no caput do art. 61 da Constituição Federal. Ademais, a disciplina da matéria é de competência legislativa da União, conforme manda a Constituição, e inclui-se entre as atribuições do Congresso Nacional. Também os requisitos de adequação às regras regimentais foram respeitados. No mérito não há reparos a fazer, em vista da pertinência e oportunidade da matéria. Com efeito, a proposição busca corretamente estender ao segurado com câncer, após a cessação do auxílio-doença, acidentário ou não, a garantia de permanência no emprego prevista no art. 118 da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991. Não vou ler o que diz o art. 18. A falta de regramento legal sobre a questão vem sendo, indiretamente, suprida por norma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), com a edição da Súmula nº 443, que tem assegurado o direito à reintegração para os casos de dispensa de empregados acometidos por câncer: "Presume-se discriminatória a despedida de empregado portador do vírus HIV ou de outra doença grave que suscite estigma ou preconceito. Inválido o ato, o empregado tem direito à reintegração no emprego". Decisões de Tribunais Regionais vêm também determinando a reintegração ao emprego não só aos portadores do vírus HIV, mas também aos acometidos por câncer, cardiopatia, doença de chagas, diabetes, depressão e alcoolismo, por entenderem que esses empregados se encontram igualmente protegidos da dispensa discriminatória estabelecida na súmula acima transcrita. Finalmente, Srª Presidenta, para aproveitar o quórum. Observa-se, ainda, que, para assegurar o tratamento médico dos portadores dessas moléstias durante a tramitação dos processos, muitos magistrados têm emitido liminares para obrigar as empresas a manter os planos de saúde deles. Como é sabido, no caso do câncer, o paciente submete-se a tratamentos que podem gerar efeitos colaterais, impossibilitando-o, muitas vezes, de trabalhar por um determinado período. A dispensa injustificada, além de representar um ato discriminatório, pode ocasionar nesse trabalhador sérios transtornos, como o de levá-lo a desenvolver uma depressão profunda. Srª Presidenta, para sintetizar, por essas razões eu elogio o autor e, ao mesmo tempo, peço a aprovação do Projeto do Senado nº 14, de 2017. |
| R | Meus parabéns ao Senador Eduardo Amorim, que é médico e mais uma vez mostra toda a sua sensibilidade aqui, na nossa Comissão, como no seu trabalho diário nesta Casa. O SR. EDUARDO AMORIM (Bloco Social Democrata/PSDB - SE. Fora do microfone.) - Obrigado, Senador Paim. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Está em discussão o projeto. (Pausa.) Não havendo... Senador Amorim? O SR. EDUARDO AMORIM (Bloco Social Democrata/PSDB - SE) - Obrigado, Srª Presidente. Colegas Senadores, peço o apoio a todos os colegas para um projeto tão importante e tão justo, sobretudo para que aqueles que estão em um momento difícil da sua vida não tenham mais um sofrimento com a possibilidade da perda do emprego. Portanto, pedimos o apoio para que possamos aprovar e fazer essa justiça, Srª Presidente. Obrigado. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Mais alguém do Plenário deseja se manifestar? (Pausa.) Não havendo nenhum Senador que queira continuar a discussão, está encerrada a discussão. Vamos ao voto. A matéria é terminativa. Que se prepare a votação. (Procede-se à votação.) |
| R | O SR. PAULO PAIM (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT - RS) - Srª Presidenta, é só uma questão de ordem. Como tenho de presidir agora a CPI da Previdência, se não houver mais nenhum projeto terminativo a ser votado, eu... Mas eu não queria deixar de votar, se houver algum projeto terminativo ainda. A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Não havendo mais quem necessite votar, está encerrada a votação. Podemos proceder à apuração. (Procede-se à apuração.) A SRª PRESIDENTE (Marta Suplicy. PMDB - SP) - Foi aprovado por unanimidade dos votos o PLS 14. Será comunicada a decisão da Comissão ao Presidente do Senado Federal, para dar ciência ao Plenário e para proceder à publicação no Diário do Senado Federal. Considerando que os dois relatórios seguintes se referem a matérias terminativas, que não temos quórum e que os Relatores não estão aqui presentes, não havendo mais nada a tratar, declaro encerrada a presente reunião. (Iniciada às 9 horas e 29 minutos, a reunião é encerrada às 9 horas e 53 minutos.) |

