Discurso no Senado Federal

DISTORÇÕES SALARIAIS NO SERVIÇO PUBLICO. DEFESA DE AUMENTO SALARIAL PARA O FUNCIONALISMO PUBLICO.

Autor
Ney Suassuna (PMDB - Movimento Democrático Brasileiro/PB)
Nome completo: Ney Robinson Suassuna
Casa
Senado Federal
Tipo
Discurso
Resumo por assunto
POLITICA SALARIAL.:
  • DISTORÇÕES SALARIAIS NO SERVIÇO PUBLICO. DEFESA DE AUMENTO SALARIAL PARA O FUNCIONALISMO PUBLICO.
Aparteantes
Odacir Soares, Romero Jucá.
Publicação
Publicação no DSF de 23/01/1998 - Página 1162
Assunto
Outros > POLITICA SALARIAL.
Indexação
  • ANALISE, LUTA, SINDICATO, FUNCIONARIO PUBLICO, DEFESA, ISONOMIA SALARIAL.
  • COMENTARIO, ESTATISTICA, DOCUMENTO, CATEGORIA PROFISSIONAL, FUNCIONARIO PUBLICO, COMPARAÇÃO, AUMENTO, CUSTO DE VIDA, FALTA, REAJUSTAMENTO, SALARIO.
  • CRITICA, POLITICA SALARIAL, GOVERNO, INJUSTIÇA, SERVIDOR, REGISTRO, DISCRIMINAÇÃO, AUMENTO, SALARIO, GRUPO.

O SR. NEY SUASSUNA (PMDB-PB. Pronuncia o seguinte discurso) - Sr. Presidente, concluindo, gostaria de dizer que os funcionários do setor privado conseguem fazer seus dissídios, os funcionários públicos não conseguem. E ainda há um agravante nessa questão: uma grande parcela dos funcionários públicos continua na mesma, sendo esmagada pelos aumentos, e outra pequena parcela recebeu aumento.

Trata-se, realmente, de um caso difícil. No caso especifico da Paraíba, meu Estado, que tem um grande contingente de funcionários - e isso reflete, também, na administração estadual -, estamos assistindo à vida do funcionário público ser arrasada por todos esses fatores de injustiça. Então, peço ao Governo, do qual faço parte, que revise e que faça justiça, não transformando o funcionário público no vilão da República, porque ele não é, e nós precisamos fazer justiça.

Encerrando, Sr. Presidente, solicito a V. Exª que o meu pronunciamento conste dos Anais da Casa na íntegra, pois, dispondo apenas de 5 minutos, só me pronunciei a respeito das questões mais sérias e graves dessa injustiça.

Muito obrigado.


Este texto não substitui o publicado no DSF de 23/01/1998 - Página 1162