Pronunciamento de ROBERT LAMBERT SALAS em 24/06/2022
Discurso durante a 73ª Sessão Especial, no Senado Federal
Sessão Especial destinada a comemorar os 75 anos do Dia Mundial da Ufologia.
- Autor
- ROBERT LAMBERT SALAS
- Casa
- Senado Federal
- Tipo
- Discurso
- Resumo por assunto
-
Data Comemorativa,
Homenagem:
- Sessão Especial destinada a comemorar os 75 anos do Dia Mundial da Ufologia.
- Publicação
- Publicação no DSF de 25/06/2022 - Página 46
- Assuntos
- Honorífico > Data Comemorativa
- Honorífico > Homenagem
- Matérias referenciadas
- Indexação
-
- SESSÃO ESPECIAL, DESTINAÇÃO, COMEMORAÇÃO, DIA INTERNACIONAL, UFOLOGIA.
- EXPOSIÇÃO, ASSUNTO, PRESENÇA, OBJETOS VOADORES NÃO IDENTIFICADOS (OVNIS), PAIS ESTRANGEIRO, ESTADOS UNIDOS DA AMERICA (EUA), PROXIMIDADE, REGIÃO, RELAÇÃO, AREA, BASE MILITAR, DESATIVAÇÃO, MISSIL, ARMAMENTO NUCLEAR.
O SR. ROBERT LAMBERT SALAS (Para discursar. Tradução simultânea.) – Muito obrigado, Senador Girão, a quem quero agradecer especialmente. É uma honra estar aqui.
Quero também expressar a minha sincera gratidão a este órgão, que é o Senado do Brasil. Eu esperei 55 anos para ter uma oportunidade como esta, porque, quando o incidente que vou descrever aqui começou, eu sempre quis falar diante de um órgão governamental, e esta é a minha oportunidade. Muito obrigado.
Esse rápido clipe que eu trouxe de um UFO foi filmado numa cidade do Peru, no ano 2000. É típico, em muitos UFOs, em muitos óvnis, pode-se ver uma parte mais obscura, que parece uma espécie de gás em volta dele se comportando em movimento ondulatório. Então, tem muitas histórias de pessoas que falam desse tipo de movimentação pelos óvnis.
Quando se fala em incidentes com óvnis em bases nucleares, parece ser um tema recorrente. Na Base de Malmstrom, em 1967, foi um fenômeno que a força aérea encobriu e também mensagens cósmicas que nos foram reveladas. Em 1967, os óvnis desativaram uma série de armamentos, e eu vou apresentar evidências que mostram isso. Vou começar com a descrição das instalações da base de mísseis.
A foto que vocês veem aqui parece um celeiro de fazenda comum, mas há o pessoal da segurança abaixo, que está numa instalação de controle de lançamento de mísseis localizada a cerca de uma milha de distância. Essa imagem à direita mostra a localização dos mísseis que nós chamamos de instalações de lançamento. Cada míssil tem a sua instalação.
Em 16 de março de 1966, o Coronel Walter Figel estava no comando do que nós chamamos de um Echo Flight, um eco voo, cerca de 100 milhas a leste de Great Falls, Montana. Esses círculos vermelhos aqui mostram onde fica o Echo Flight. Os pontos grandes são as instalações de controle de lançamentos que nós temos nessas áreas e os outros pontinhos são as instalações de lançamento em si.
Eu iria colocar aqui um áudio.
Em 1996, eu contactei o Coronel Figel e pedi a ele para descrever os eventos que ele... Duas das instalações tinham guardas e pessoas de segurança que estavam trabalhando naquela instalação de lançamento e, por volta de 8h da manhã, os dois mísseis parecem ter desativado. Ele pergunta o que aconteceu, e eles dizem a ele que os óvnis estavam acima. Muito logo depois disso os seus mísseis estavam desativados. O Coronel ainda está vivo e tenho certeza de que ele poderia testemunhar perante o Congresso dos Estados Unidos. Depois que eu falei com ele, eu pedi para falar com o comandante dele e o nome dele era Eric Carlson, ele era o Comandante do Echo Flight na época. Algumas cartas foram escritas para mim confirmando o que o Coronel Figel havia dito, e o Echo Flight foi encerrado, foi desativado e todos os mísseis foram perdidos, mas eles não foram danificados, o que aconteceu foi que o sistema de guia e controle não conseguiu...
Algumas possibilidades eu vou discutir, mas os equipamentos não foram danificados, eles voltaram para o estado de alerta dentro de um dia. Também foi confirmado que havia entrevistas gravadas e também foi dito que os óvnis eram observados frequentemente em outras bases.
Eu recebi documentos sobre o Information Act depois de ter pedido e a Força Aérea tirou a confidencialidade desse incidente, apesar deles não saberem que era um incidente de óvnis, porque, quando fizemos o pedido, não dissemos nada sobre óvnis.
E aí nós recebemos um dos documentos, que é este telegrama aqui, dizendo que todos os dez mísseis do Echo Flight foram desativados em dez segundos. O fato é que não tinha razão aparente para a perda de dez mísseis, e o que foi identificado foi algo que causou muita preocupação ao comando. Esse documento foi enviado dos quarteis para outras bases, dizendo que tinha que ser feita uma análise aprofundada o mais rápido possível. Então, foi uma preocupação muito grave termos perdido dez mísseis sem nenhum motivo racional que explicasse essa ocorrência. Em um sistema que se tornou operacional em 1962, durante a crise cubana de mísseis, a perda de dez mísseis em poucos segundos nunca havia acontecido antes dessa ocasião.
Surpreendentemente, um dos documentos que nós recebemos foi esse relatório trimestral, que é publicado pela base, falando sobre o status das operações, e aqui é dito que existem rumores de óvnis em volta da área do Echo Flight e que esses boatos foram desacreditados.
Bom, por que dizer isso, a menos que isso tenha sido relatado anteriormente? E como é possível provar que algo não aconteceu? É uma afirmação meio boba – e eu fiquei muito surpreso de ver –, mas é uma menção a óvnis em um documento oficial. Arm Guimel escreveu esse relatório e disse que não se lembra de entrevistar ninguém sobre isso, lembra-se da relutância em discutir esse tema por parte de todos com que ele entrou em contato e também disse que mudanças editoriais foram feitas e que informações falsas foram inseridas, e foi devido ao histórico de observações de óvnis. Aparentemente, existiu um histórico desses casos.
De todos esses documentos que eu estou mostrando, eu dei cópias ao Senador Girão para serem afixados aos arquivos desta sessão.
Duas possibilidades existem para essa pane nos mísseis. Uma é que, no loud coppler, que é parte do sistema do míssil Minuteman e é basicamente um computador que calcula a velocidade, a direção e coisas assim, pode ter tido uma pane, mas aí todos os dez computadores teriam que ter tido pane ao mesmo tempo. Esses sistemas eram independentes e não estavam interconectados. Então, não era assim que acontecia, pois todos os mísseis eram sistemas separados. Então, a pane teria que ocorrer em todos os mísseis ao mesmo tempo ou eles teriam que passar por um reset automático, mas novamente teria que acontecer ao mesmo tempo. Então, a probabilidade foi determinada e ambas essas possibilidades eram muito remotas.
E, além disso, foi dito que sinais externos causaram essa pane geral dos mísseis. Uma das equipes trabalhando na investigação do Echo Flight foi a equipe Boeing, liderada pelo Robert Kaminski. E o senhor Kaminski me contatou, um pouco depois de eu ter dado uma entrevista na rádio para falar sobre isso, e ele disse que era o engenheiro líder. Escreveu uma longa carta dizendo que não havia dados ou constatações que explicassem como dez mísseis sofreram pane ao mesmo tempo e foram derrubados ao mesmo tempo. E o chefe dele falou para ele que esse era um evento de óvnis.
E antes de escrever o relatório final, eles foram informados de que não deveriam escrever esse relatório. Foi um pedido da Força Aérea. A Força Aérea havia declarado, no telegrama, que era uma séria preocupação essa ocasião e que uma análise aprofundada tinha que ocorrer. A organização que sabia mais sobre os sistemas era a equipe desse engenheiro, porque essa equipe, foi pedido que essa equipe parasse e não escrevesse o relatório. Eu vou falar sobre isso também.
Em 1977, um caminhoneiro estava dirigindo em direção a Montana, no norte dos Estados Unidos, e ele vê essa luz branca à sua esquerda ao dirigir seu caminhão. E a luz pisca. Era uma luz muito forte e pisca novamente. Ele para o caminhão e olha com mais atenção e vê uma luz branca grande piscando e que aterrissa em uma área chamada Frenchman Coulee. Aqui dá para ver, é uma foto aqui. Aterrissa nessa área, e o caminhoneiro chama a polícia rodoviária, que vai, olha para esse objeto que havia pousado. Eles ligam para o escritório do xerife, eles ligam para o exército, e todo mundo viu que, nesse episódio, havia pousado. E a Força Aérea mandou dois helicópteros, mas quando eles chegaram, estava muito escuro para que eles pudessem pousar nessa área perigosa, então eles tiveram que esperar até de manhã. Mas pela manhã, esse objeto havia partido.
E dá para ver uma foto do Tenente Coronel Lewis Chase, que é o oficial da base de óvnis. E a Força Aérea havia designado certos oficiais para que se coordenassem com a investigação Condon, sobre que eu vou falar em breve. Mas o Coronel Chase, durante esse incidente, escreveu um relatório muito extenso e muito bem documentado, em 24 de março de 1967. Uma das testemunhas que se apresentou foi o Tenente Robert Jamieson. O Tenente Jamieson era o chefe de manutenção que cuidava de muitos dos mísseis de forma cotidiana. E em 24 de março, nessa ocasião, ele recebeu uma ligação, às 10h da noite.
Eu tenho o vídeo e o áudio, mas, para poupar tempo, eu vou repetir o que ele disse. Ele disse que disseram a ele que todos os mísseis haviam sido desativados durante um evento de óvnis. Não era possível constatar isso... Não voltaram a funcionar até o óvni ir embora. Isso aconteceu a cerca de 20 milhas do lugar onde ficava a Echo Flight, mas foi em um dia diferente, foi antes dos mísseis da Echo Flight haverem caído. Então, em oito dias, nós perdemos vinte mísseis nucleares durante eventos de óvnis.
Eu estava comandando o Oscar Flight, em 1967. O meu comandante estava descansando e um de nós tinha de ficar acordado porque nós estávamos em um plantão de 24 horas. Eu recebi duas ligações. A primeira que eu recebi foi do meu guarda. Eles estavam vendo luzes estranhas, voando acima da base, que estavam parando e revertendo o curso, fazendo manobras de 90 graus. O guarda disse: "Não são aviões, senhor." Eu não levei muito em consideração. Eu sabia que havia relatos de óvnis no jornal local, mas eu não acreditava muito. Eu desliguei o telefone. Ele estava muito sério. Dentro de cinco minutos, ele liga novamente. Dessa vez, ele estava muito assustado. Todos os outros guardas estavam com as armas sacadas e apontadas para uma luz vermelho alaranjada que estava pulsando na frente do portão principal. Ele estava muito assustado. Ele queria que eu dissesse a ele o que fazer. Finalmente, eu percebi que esse homem estava falando muito sério e achei que nós estávamos sendo atacados. Então, eu disse a ele tomar qualquer medida necessária para manter tudo protegido. Ele desligou o telefone e fui falar com o meu comandante sobre essas ligações. De repente, os mísseis começaram a cair. Nós perdemos dez mísseis enquanto esse objeto estava sendo observado.
No relatório de pane que nós fizemos relatando qual era o problema foi a mesma coisa do Echo Flight: problemas no sistema de controle. Nós também tínhamos duas unidades de lançamento nas quais haviam sido observadas luzes. Eu pedi que guardas fossem verificar se nada havia entrado na unidade de lançamento, e eles me disseram que estavam vendo óvnis acima dessas unidades e estavam muito assustados. Eles voltaram bem assustados.
E o que a Força Aérea fez sobre isso? Eles não relataram a nenhuma equipe. Eu nunca ouvi sobre a Echo Flight enquanto estava trabalhando lá. Ninguém sabia do Oscar Flight. Nós nunca recebemos nenhum briefing sobre esses acontecimentos nos dois anos em que eu trabalhei lá depois disso, e o motivo é: por causa desse, entre aspas, "estudo científico", chamado Investigação Condon.
O Edward Condon era um professor de física na Universidade do Colorado em 1966. Em 1946, ele havia sido acusado pelo diretor do FBI J. Edgar Hoover de ser um espião comunista, um espião soviético. E, se isso era ou não verdade, ele perdeu seu acesso de segurança às informações em 1949. Em 1966, o FBI o contata novamente e pergunta: "Você quer ser recebido novamente no FBI?". Ele disse que sim. Então, pediram que ele fizesse, criasse esse estudo, mas pediram que ele não o levasse muito a sério. E o estudo não era sério.
Eu vou entrar só nesse aspecto que tem a ver com os meus incidentes.
Então, o estudo foi iniciado em novembro de 1966 e, em 1967, o Ray Fowler, que era chefe do grupo elétrico na Força Aérea, havia sido informado sobre esses eventos óvnis que causaram a falha desses mísseis. Aí falou Roy Craig, que era o investigador chefe, e contou a ele sobre os detalhes, contou os nomes das pessoas que haviam visto esses objetos, com números de telefones, endereços etc., e as datas nas quais os mísseis caíram.
Tudo isso está nas anotações do Craig, e eu consegui essas anotações. Elas estavam em uma universidade nos Estados Unidos – esses documentos podem ser vistos aqui na parte de baixo, à esquerda. E aí o Craig escreveu, fazendo um pedido para a Força Aérea... Na verdade, ele vai ver o Coronel Chase, que fala que não sabe de nada sobre óvnis causando pane em mísseis. E a credibilidade dele, já que ele era o chefe de operações da base...
Cada equipe de manutenção sabia que o Oscar Flight foi derrubado e que o Echo Flight foi derrubado por causa de óvnis. E o Robert Jamieson havia confirmado isso. E em todo caso, ele disse: "Se você quiser conseguir o relatório, você tem que voltar ao quartel, mas vai ser muito confidencial, e a maior probabilidade é de que você não consiga acesso a esse relatório". Então, esses investigadores pararam a investigação nesse momento.
Em junho de 1967, a divisão de tecnologia da Força Aérea, que era o local onde era desenvolvido o projeto Blue Book, escreveu ao Coronel Chase, dizendo: "Nós ouvimos que houve panes em equipamentos durante o momento em que óvnis foram observados e gostaríamos de saber se isso é verdade". E a resposta que eles receberam foi: "Nós não sabemos nada sobre isso". E, novamente, o Coronel Chase mentiu, porque é uma mentira muito séria.
E a divisão de tecnologia, onde é desenvolvido o Projeto Blue Book, recebeu essa resposta. E, como resultado, a Força Aérea usou os resultados da Investigação Condon para parar suas investigações e os seus relatos sobre óvnis em 1969. Esse é o documento que vocês veem aqui na tela. E disseram que não há motivos para a Força Aérea estar envolvida nisso, que não existe nenhum problema de segurança nacional, mesmo que, na verdade, 20 mísseis nucleares tenham sido derrubados por óvnis.
Outros casos, eu vou passar muito brevemente por eles. Esses são descritos por relatórios dos quais dei cópias para o Senador.
Um capitão, que era chefe da equipe de mísseis Atlas, em 1967, diz em seu relatório que, por três vezes pelo menos, óvnis haviam sido vistos sobrevoando a base dele.
E o Dr. Jacobs, que era um repórter cinematográfico, tinha uma câmera muito avançada em 1964, e, durante um lançamento de teste do míssil Atlas, ele fez um vídeo de um óvni que estava voando em círculos em volta de um míssil. Não era um míssil real, mas o óvni é visto no vídeo voando em volta desse míssil de teste, apontando lasers para esse veículo de reentrada e tirando-o do curso. Isso está bem documentado, e essa declaração foi apoiada pelo comandante dele.
O Chief Pat McDonough, em 1966, estava em uma equipe de pesquisa geográfica, procurando bons locais para instalar mísseis, quando um objeto não identificado voou acima deles, ficou lá por cerca de 30 segundos e assustou a equipe inteira dele.
Em 1966, o Capitão Schindele estava liderando uma equipe em uma base aérea, e todos os mísseis haviam sido desativados, novamente com envolvimento de óvnis.
O Sargento Dave Scott, em 1974, era um segurança que viu óvnis nas bases de mísseis.
Um capitão da Força Aérea em Wyoming também recebeu informações de seus guardas de segurança que estavam em campo de que haviam visto óvnis sobrevoando o local de controle de lançamento dos mísseis.
Josie Zwinenberg era um adolescente que, em 1979, estava andando a cavalo na Holanda, perto de uma base holandesa que tinha um departamento americano, era uma base da Otan que tinha armas nucleares. No dia seguinte, pelo menos 12 aeronaves Royal Dutch viram um óvni voando e apontando feixes de luz para diferentes locais e procurando armazenamento de armas nucleares.
E também ocorreu em uma torre de uma base nuclear: foram vistos três óvnis que estavam emitindo novamente um feche de luz.
Então, os óvnis vêm avisando sobre a ameaça da guerra nuclear desde 1944. Óvnis foram vistos por pilotos das Forças Aéreas, em bases nucleares que desenvolviam plutônio para as primeiras bombas nucleares e também no local do primeiro teste da bomba atômica.
A questão nuclear é uma questão muito séria. Temos cerca de 20 mil armas nucleares disponíveis hoje em dia. O tratado que nós tínhamos com o Irã para parar o seu avanço nuclear já foi dissolvido. Então, eles podem desenvolver armas nucleares e – quem sabe? –, se eles fizerem isso, a Arábia vai fazer isso também. Nós temos duas potências em guerra, o Paquistão, e também temos a Rússia, que ameaçou o uso de armas nucleares no conflito com a Ucrânia. Então, a questão das armas nucleares é muito séria hoje em dia, eu acho, e não acredito na ideia de que a guerra nuclear não é possível. Tudo que é preciso é o uso de uma arma nuclear tática – que pode acontecer em qualquer lugar no mundo – ou algum acidente, que pode acontecer em qualquer lugar do mundo, que pode desencadear uma guerra nuclear.
E, sem a disseminação de governos como do Brasil, que está tomando essa iniciativa – e novamente eu lhe agradeço pelos seus esforços, Senador Girão –, essa tradição de confidencialidade continuaria. E essa confidencialidade diminui a confiança do público em seus governos durante as crises, como a crise nuclear e o aquecimento global. Com a disseminação de informações, se os governantes levarem a sério a disseminação dos segredos, teremos um grande impacto positivo na civilização humana, incluindo a urgência de trabalharmos juntos para enfrentar uma coisa em comum, que não conhecemos, que é desconhecida e confrontar os desafios da humanidade juntos.
Então, para resumir, eu acho que nós temos mensagens cósmicas aqui. Nós sabemos agora que não estamos sozinhos. Já tivemos muitos relatos credíveis sobre a existência de óvnis. Outros seres vivem no mesmo cosmos, e nunca devemos parar de tentar abolir as nossas armas nucleares ou outros meios de autodestruição. E nós somos responsáveis por aumentar o nosso nível de entendimento e de preocupação uns com os outros e com todas as formas de vida no planeta.
Obrigado. (Palmas.)