Pronunciamento de CASSIO JOSE MICELLI GUIMARAES em 26/02/2024
Exposição de convidado durante a 7ª Sessão de Debates Temáticos, no Senado Federal
Sessão de Debates Temáticos destinada a debater a obrigatoriedade de vacinação contra Covid-19 em crianças, em virtude de inclusão da vacina no Programa Nacional de Imunização (PNI).
- Autor
- CASSIO JOSE MICELLI GUIMARAES
- Casa
- Senado Federal
- Tipo
- Exposição de convidado
- Resumo por assunto
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Saúde Pública:
- Sessão de Debates Temáticos destinada a debater a obrigatoriedade de vacinação contra Covid-19 em crianças, em virtude de inclusão da vacina no Programa Nacional de Imunização (PNI).
- Publicação
- Publicação no DSF de 27/02/2024 - Página 29
- Assunto
- Política Social > Saúde > Saúde Pública
- Indexação
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- SESSÃO DE DEBATES TEMATICOS, OBJETIVO, DEBATE, OBRIGATORIEDADE, VACINAÇÃO, CRIANÇA, NOVO CORONAVIRUS (COVID-19).
- ANALISE, AUTOPSIA, MORTO, MOTIVO, VACINAÇÃO, NOVO CORONAVIRUS (COVID-19), DEMONSTRAÇÃO, VACINA, CAUSA MORTIS.
O SR. CASSIO JOSE MICELLI GUIMARAES (Para exposição de convidado.) – Muito obrigado pelas palavras e agradeço aos Srs. Senadores o espaço cedido para expor minha experiência em relação às inoculações que estão sendo oferecidas mundialmente. Então, isto aqui é um alerta mundial; não será só para o Brasil a minha apresentação.
Eu vou responder à pergunta que o Sr. Senador Girão fez a respeito das indagações da Ministra; e vou responder à pergunta que se fez por QR code a respeito de por que não é da vacina, e sim... não é da covid, covid longa – vou expor sobre isso aí também.
Portugal foi um dos países mais vacinados contra a covid e é um dos que tem mais mortalidade pela covid. Então, não tem essa relação de que a vacina protege.
Eu tive que aprender a lidar com a covid para tratar meus familiares e até a mim próprio, eu tive que aprender a fisiopatologia da doença. É isto que por um médico tem que ser feito: o médico tem que aprender, ir atrás, para poder resolver. Então, também agora, com as inoculações, eu tive que aprender o que é a vacina, o que são as inoculações, para eu poder saber qual o mecanismo com que a gente vai tratar isso.
Então, eu vou começar a minha apresentação.
Erroneamente, é denominado de vacina. Esse termo está fora do padrão. Não é vacina. Então, isso confunde a população. Segundo o manual da Conitec, está escrito aqui – segundo o manual da Conitec –, isso é terapia gênica. Isso tem que ficar bem claro para a população. Então, é terapia gênica nunca feita em massa mundialmente. Mais de 5 bilhões de pessoas foram vacinadas, e isso nunca tinha sido feito sem nenhum estudo ainda.
Aqui, para produzir o RNA, na vacina da Pfizer, houve uma mudança da uridina para pseudouridina, metilpseudouridina, e isso muda a configuração para produção de proteína spike naturalmente. E tem um estudo publicado em 2022 que afirma que essa pseudouridina forma frameshifting ribossomal. O que é isso? Gera uma significativa parcela de proteína S incorreta pela tecnologia que está sendo oferecida. Essa tecnologia é nova e precisa de vários estudos e vários anos para poder ver... Então, temos que entender o que é vacina que não é denominada vacina, e, sim, terapia gênica.
Para poder distribuir o RNA para a célula, para poder produzir proteína spike, tiveram que pegar nanopartículas lipídicas para estabilizar o RNA. E essa estabilização do RNA é feita por essas nanopartículas lipídicas altamente inflamatórias, que vão para todos os órgãos do corpo, porque são nanopartículas: elas interagem com todos os órgãos do corpo.
Aqui está o exemplo da fita de RNA azul, ribossomo e a produção de proteína spike, sendo que esse frameshifting gera mais ou menos 20% de proteína anômala S, que é como se fosse um príon amiloide que acumula na célula e não é degradada pelo corpo, porque não é natural.
Aqui está o composto da vacina. São três compostos da vacina Pfizer: um é conhecido como potencial carcinogênico, outro nunca foi usado para pesquisa, e outro foi acrescentado recentemente, para diminuir o risco de miocardites e pericardites.
Essa formulação... A bula da Pfizer mudou 23 vezes, a modulação da Pfizer mudou 23 vezes até hoje.
Incompatibilidade da fórmula, essas três fórmulas juntas: uma é com a temperatura de armazenagem de 20 graus negativos, a trometamina é com 25 graus positivos. Então, nunca foi testada essa combinação junta.
Choque anafilático: está na bula da Pfizer choques anafiláticos. Aqui, vários trabalhos mostrando essas reações anafiláticas, reações anafiláticas graves, nanopartículas lipídicas, causando alto potencial inflamatório, e por isso das mortes mais cedo – sete dias, três dias –, mortes súbitas, na hora da vacina, por causa dessas nanopartículas lipídicas, altamente inflamatórias, e vários trabalhos mostrando isso.
Eu tenho mais de cem eslaides, mas, pelo tempo, eu tive que reduzir.
Segundo o manual de efeitos adversos aqui do Brasil... Cadê a farmacovigilância dos efeitos adversos que estão sendo observados aqui no Brasil e principalmente no mundo inteiro? Cadê? Quem está resolvendo isso? Ninguém – os pacientes estão largados.
Aqui o processo leva de oito ou mais anos para as etapas pré-clínicas e clínicas.
Estudo da própria Pfizer mostra efeitos colaterais: 80% de dor no local, 60% de fadiga, 55% por dor de cabeça, 20% febre. É muito efeito colateral no próprio estudo da Pfizer. Na Austrália, também, um estudo com 9%, 10% de parestesia, hipoestesia, ganglionar, além de risco de miocardite também.
Farmacovigilância no Brasil e no mundo é uma caixa-preta: você não consegue acessar os dados, não são disponíveis mundialmente esses dados dos efeitos colaterais.
Aqui e também nos Estados Unidos, o Vaers: um terço dos casos relatados não aparece nos dados publicáveis; e, na Austrália e no mundo inteiro também, esses efeitos colaterais, efeitos adversos, não estão sendo relatados corretamente.
A incidência de miocardite-covid: aqui tem um trabalho mostrando que, em 200 mil pessoas, não houve relação com vacinação, não houve relação de covid com aumento de miocardite. Então, a doença não aumenta miocardite – estudo de 200 mil pessoas.
Aqui é um levantamento meu, próprio, do ambulatório meu. Há três anos eu venho pontuando meus pacientes, desde 2021, porque começaram a ter várias queixas que eu não sabia o que era, e tive que aprender, para lidar com o meu consultório no dia a dia. Eu pontuei mais de 6.500 pacientes nesses três anos, sendo que 27% dos pacientes meus tiveram alteração de D-dímero. Esse D-dímero é uma lesão endotelial. Fibrinogênio, 14%; troponina, 12% – é a enzima cardíaca alterada –; e BNP também cardíaco, 7,4%. A taxa é muito alta de exames laboratoriais alterados, e nenhum médico – poucos médicos no Brasil e no mundo – pede esses exames, que todo mundo tem que fazer, para quem tomou as inoculações. Essa vacina, essa terapia gênica, injeta no corpo... Quem tomou Pfizer, principalmente, não... Têm que ser avaliados esses marcadores, esses marcadores estão alterados. Quem tomou uma dose de Pfizer pode ter marcador alterado, depois de dois, três anos: algum marcador, D-dímero pode subir, troponina pode subir, fibrinogênio pode subir de uma hora para outra; e esse aumento de D-dímero e fibrinogênio, lesão endotelial e formação de trombo de uma hora para outra, por isso que essas mortes súbitas estão ocorrendo mundialmente. Então, têm que ser solicitados esses exames ambulatorialmente para os pacientes que foram inoculados – não sei até quando eles têm que ser solicitados, porque é realidade mundial.
Aqui também, em quem foi inoculado, ocorre uma infecção de difícil controle, fadiga imunológica, aumento de câncer também. Temos gráficos mostrando esse aumento de câncer depois das inoculações, devido a esse aumento da fadiga imunológica que essas inoculações estão causando.
Vários artigos mostrando trombocitopenia trombótica, inclusive um estudo brasileiro com 51% de mortalidade, como foi apresentado aqui da Arlene Graf no vídeo das vítimas.
Aqui tem manuais da Opas, da OMS, de trombocitopenia trombótica; várias notas técnicas falando de eventos adversos neurológicos, trombocitopenia trombótica e miocardite também, notas técnicas que não estão sendo devidamente pontuadas.
Aqui é o caso da Isabelle e o do Bruno Graf, já comentados; explosão de casos de doença cardíaca nas crianças – várias revistas, vários artigos internacionais; 70% das mortes das injeções de covid da Pfizer ocorreram nos primeiros dez dias, assim como eu tinha comentado; uma matéria publicada em 2 de janeiro de 2024: "Brasil bate recorde de hospitalizações por trombose"; Portugal, como eu já tinha comentado; o aumento de taxa de mortalidade infantil nos Estados Unidos – em 20 anos, houve aumento de mortalidade infantil nesses anos; na Austrália, no Hemisfério Sul também, houve aumento de mortalidade, na Alemanha; no CDC também: aumento de mortalidade de 10% a 20% de mortalidade mundial nesses anos das inoculações.
Aqui, da minha parte cardíaca, em quem tomou as inoculações: 14% de aumento de chance de síndrome coronariana aguda. É a doença cardíaca que mais mata no mundo e, em quem tomou as inoculações, aumenta em 14% a taxa de o cara complicar de doença cardíaca de coronariopatia.
Miocardite é um diagnóstico que é difícil, porque pode não aparecer em exames normais, só na ressonância. E quem vai fazer ressonância no público não tem como fazer isso. E, algumas vezes, só é provada com essa ressonância a miocardite. Segundo Peter McCullough, também foi provado por autópsias o nexo causal de miocardite pelas inoculações.
Essa aqui é uma foto de uma criança israelense que foi usada na propaganda da Pfizer: e ela morre subitamente com 8 anos de idade. Essa criança foi usada para a propaganda da Pfizer.
Esse outro: eu recomendo a todo mundo assistir ao vídeo da Maddie de Garay. Essa menina foi participante do estudo inicial da Pfizer. Todo mundo tem que assistir a esse vídeo! Ela foi do estudo inicial da Pfizer. Ela participou das inoculações e, após alguns dias, a paciente teve reações: ela não conseguia andar e não conseguia se alimentar. E hoje está usando sonda e não anda, só está na cadeira de rodas – estudo inicial da Pfizer. Como que se obriga vacinação de criança, sendo com essas sequelas? É inadmissível isso.
Aqui reportagem daqui do DF, houve aumento de 178% de mal súbito no DF. Várias reportagens mundiais mostrando mortes súbitas em adolescentes em várias idades, não é só em adolescentes, 16 horas de tomada vacina, das inoculações.
Aumento exponencial do número de miocardites. Aqui está mais relacionado à segunda dose da Pfizer em pessoas mais novas.
Aumento de 2.500% de denúncias de miocardite no sistema de notificação americano.
Na Islândia, Dinamarca e Suíça, não se recomenda vacina infantil. E, principalmente, a OMS também, como já foi comentado aqui, só o Brasil que impõe isso.
Aqui tem um outro estudo mostrando cardiomiopatia tóxica, que não necessariamente é dano endotelial e sim intracelular por catecolaminas, então é uma cardiomiopatia por estresse mediada por catecolaminas.
Outro estudo evidenciando também de quatro a sete eventos por 100 mil vacinados, de miocardite.
Injúria miocárdica em 40% nesse outro estudo publicado, 40% de injúria miocárdica, Nakahara.
Vários estudos em adolescentes evidenciando miocardites. Nota técnica brasileira mostrando miocardite.
Esse outro estudo, de Mansanguan, mostrou que 30% dos pacientes tiveram manifestações cardiovasculares – 30%, é muito alto esse número –, 2,3% exibiram marcadores cardíacos alterados, o meu n está em 7% e, segundo a diretriz brasileira de cardiologia, quem tem troponina elevada tem um pior prognóstico.
Não existe miocardite leve. Miocardite é uma inflamação do músculo cardíaco que desarranja as células cardíacas e gera foco de arritmia.
A persistência. Outro estudo mostrando persistência da proteína spike no músculo cardíaco por vários meses, resposta inflamatória da miocardite, ocorrendo cicatrização, formação de cicatrizes e lesões cardíacas.
Aqui lâmina mostrando, evidenciando essa miocardite provocada pela proteína spike. Essa coloração ferrugem é a coloração da proteína spike no músculo cardíaco, tem nexo causal, é provado isso por autópsias, é método ouro. Isso aqui é método ouro, assim como cateterismo para poder ver obstrução cardíaca é método ouro; nesse aqui, a autópsia é método ouro para provar isso.
Aqui, o músculo da esquerda, é um músculo cardíaco normal... desarranjo devido a essa inflamação, gerando focos de arritmia. À direita mostra um eletro com o ritmo normal. Depois, está meio apagado, mas dá para ver de perto, mostra a arritmia cardíaca, levando a mortes súbitas.
A endotelite generalizada é o que explica todos os sintomas pós-inoculações, dita, entre aspas, da "vacina".
Aqui mostra também uma coloração do endotélio mostrando a proteína spike. Essa ferrugem é a proteína spike no endotélio.
Caso real: piloto de avião morre uma hora antes do voo e o copiloto que estava com ele no quarto foi no meu consultório, com dímero alterado, troponina alterada. Dois pilotos, um morreu e o outro estava com risco de morrer de uma hora para outra. Isto que está acontecendo é muito grave: mortes súbitas. Assim como motoristas de caminhão podem morrer subitamente e ter fatalidade indesejável.
Casos reais no meu consultório. Aqui, outro paciente mostrando infiltração. Como eu falei, a proteína spike vai para todos os órgãos do corpo. Isso aqui é uma infiltração no pulmão. Paciente morreu.
Aqui, do lado esquerdo, é a estrutura normal de uma tireoide – histopatológica, lâmina da tireoide. Após duas doses de Pfizer, 57 dias, há a destruição da glândula da tireoide. A arquitetura mudou toda. Vários sintomas: tontura, zumbido, lipotimia, síncopes, dor de cabeça, visão turva, fala arrastada, vários graus dessas alterações vão depender da inflamação do endotélio nos vasos cerebrais.
Aqui, prova também histopatológica: inflamações dos vasos cerebrais. Esses pontos azuis são os linfócitos inflamando um cérebro, assim como um foi dos efeitos adversos da vacina – quadro da menina, Maddie de Garay, tudo encefalite. A pessoa para de andar, não vai ao banheiro, fica acamada... a respeito de alimentação, é o que está acontecendo.
E ali, à direita, é um trombo no vaso. Tudo provado por lâminas, mostrando a inflamação que a proteína spike causa em todos os órgãos.
Aqui, outros tipos de inflamação do endotélio. Esse azul indica que já houve sangramento do endotélio. O do meio é a proteína amiloide, de que eu falei anteriormente. É uma proteína que não se dissolve. E do outro lado, do lado direito, é um rompimento devido à ruptura das fibras elásticas do endotélio.
Aqui é um caso de um menino de 29 anos, que faleceu 46 dias após a inoculação da segunda dose da Pfizer. Além da hemorragia subaracnoidea, também apresentava miocardite. Como eu falei, é um distúrbio generalizado, vale para todos os órgãos essa tecnologia: lâmina também provando.
Lesão endotelial. Nessa lesão endotelial, o endotélio é danificado e, com isso, há formação de trombo. À esquerda, um endotélio normal, devido a essa inflamação do endotélio há o risco de formar trombo em qualquer área do corpo.
Aqui, respondendo à pergunta que o Senador Girão fez, o vírus covid é formado principalmente por duas proteínas principais: proteína de nucleocapsídeo e proteína spike. A tecnologia usada foi a pior possível, porque pegaram a proteína que é mais imunogênica, que mais leva à reação, e colocaram na vacina Pfizer, que é a proteína spike.
E aqui mostra a coloração, de novo, de proteína spike ferrugem nas células do corpo e a coloração de nucleocapsídeo negativa. Então, aqui prova de que não é da covid e, sim, da vacina, devido ao componente nucleocapsídeo negativo.
Respondida a pergunta do Senador Girão.
Com 24 anos, morre depois de uma Janssen e uma Pfizer, faleceu 56 dias após a inoculação, de infarto, 24 anos masculino.
Por isso que tem que ter esse acompanhamento direto. Não é uma farmacovigilância de 30 dias, igual estão pregando, ou até menos. Esse acompanhamento é direto. Não tem como falar quantos dias a respeito desse acompanhamento, porque o endotélio é lesionado constantemente pela tecnologia RNA, que fabrica a proteína spike.
Outro exemplo é um menino de 14 anos fazendo corrida que morre subitamente. Foi feita a necrópsia desse menino de 14 anos e acharam infarto do miocárdio. Aqui é um caso do DF, é um caso real de um menino de 14 anos de idade, de infarto. Aqui está a autópsia do coração mostrando o infarto.
Com 76 anos, 21 dias depois da terceira dose, faleceu de miocardite e encefalite. E aqui prova também nessas setas proteína spike no encéfalo, fazendo inflamação do encéfalo; e a coloração nucleocapsídeo, para falar que não é da covid, está negativa. Então, o nexo causal provado pelas inoculações.
Isso é mundial. Todo patologista tem que fazer lâmina e necrópsia de todos os órgãos. Isso é mandatório em quem tomou as inoculações. É um alerta mundial que estou fazendo a respeito de quem morreu subitamente. Tem que ter investigação mundial, necrópsia de todos os órgãos, porque essa proteína spike está em todos os órgãos.
Aqui, outro paciente, não sabia que tinha. Fez a necrópsia da paciente também e mostra inflamação no cérebro. Nucleocapsídeo negativo, não é da covid. Aqui mostra também forte expressão da proteína spike em alguns órgãos, principalmente no baço, uma síndrome hiperinflamatória.
Caso real, aqui também no DF, o baço todo inflamado, o baço com um aspecto de noz moscada, que os patologistas não sabiam... É raro ver isso. Eles nunca tinham visto.
(Soa a campainha.)
O SR. CASSIO JOSE MICELLI GUIMARAES – Aqui lesões de pele mostrando também infiltrações e proteína spike na pele. Aqui, a imagem do meio mostrando linfócito tendo reações contra a proteína spike, provando também essa parte inflamatória. Trombose em útero de mulher já menopausada. Aqui mostra também vasculite linfocítica do testículo, com diminuição dos espermatozoides. É um aviso para as crianças, porque a proteína spike vai para o testículo, também inflama o testículo, diminui a produção de esperma no testículo. Está provado por lâminas. E a proteína spike está colorada aqui também nas lâminas.
Agora, da parte cardíaca, a proteína spike inflama as fibras elásticas, principalmente da parede média das artérias do corpo todo. E aqui tem uma imagem mostrando, à esquerda, uma parede arterial íntegra, e do lado direito, uma falha na estrutura da parede das artérias, e é isso que leva à ruptura de uma hora para outra, devido a essa inflamação das artérias, principalmente da parte das grandes artérias e do cérebro, que é mais sensível.
Aqui é uma aorta, dissecção da aorta, paciente de 55 anos que também morreu, e um de 30 anos de idade, caso aqui do DF, ruptura de aorta, caso aqui do DF, ruptura com 30 anos de idade, após Pfizer.
Mostra aqui também lesões no endotélio. Aqui é uma paciente de 40 anos de idade, maratonista; depois de uma Pfizer, ela não conseguia mais andar devido a essa vasculite de membros inferiores, e achou também, no sangue periférico dela, um sobrenadante, uma bolha branca, que foi comprovada depois, pela necrópsia, essa formação branca, que é um coágulo que não dissolve com quase nada, e as artérias como se fosse um molde, nunca, jamais visto na história das autópsias.
O SR. PRESIDENTE (Eduardo Girão. Bloco Parlamentar Vanguarda/NOVO - CE) – Dr. Cassio, se o senhor pudesse encaminhar para o fim, eu agradeço, porque tem outros colegas para fazer a exposição.
O SR. CASSIO JOSE MICELLI GUIMARAES – Já está no final.
Aqui casos do DF também. Endotelite contínua. Importantíssimo.
Aqui já acabou.
A autópsia não é apenas um serviço para os médicos responsáveis pelo paciente, mas um serviço público para o nosso sistema de saúde.
Muito obrigado.
Estou disponível para perguntas posteriormente.