Discurso durante a 174ª Sessão Não Deliberativa, no Senado Federal

Críticas à prisão do ex-Presidente Jair Bolsonaro e alegações que seria perseguição política, abuso de autoridade e distração para diversas denúncias envolvendo o Governo Federal. Defesa de uma anistia ampla para a pacificação nacional.

Pedido de instalação de CPI, no Senado Federal, para investigação das operações do Banco Master e possíveis vínculos com políticos e criminosos.

Autor
Eduardo Girão (NOVO - Partido Novo/CE)
Nome completo: Luis Eduardo Grangeiro Girão
Casa
Senado Federal
Tipo
Discurso
Resumo por assunto
Atuação do Judiciário, Direito Penal e Penitenciário, Governo Federal:
  • Críticas à prisão do ex-Presidente Jair Bolsonaro e alegações que seria perseguição política, abuso de autoridade e distração para diversas denúncias envolvendo o Governo Federal. Defesa de uma anistia ampla para a pacificação nacional.
Fiscalização e Controle da Atividade Econômica, Sistema Financeiro Nacional:
  • Pedido de instalação de CPI, no Senado Federal, para investigação das operações do Banco Master e possíveis vínculos com políticos e criminosos.
Publicação
Publicação no DSF de 25/11/2025 - Página 22
Assuntos
Outros > Atuação do Estado > Atuação do Judiciário
Jurídico > Direito Penal e Penitenciário
Outros > Atuação do Estado > Governo Federal
Economia e Desenvolvimento > Fiscalização e Controle da Atividade Econômica
Economia e Desenvolvimento > Sistema Financeiro Nacional
Indexação
  • CRITICA, SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF), ALEXANDRE DE MORAES, MINISTRO, PRISÃO, EX-PRESIDENTE DA REPUBLICA, JAIR BOLSONARO, PERSEGUIÇÃO, NATUREZA POLITICA, PROTEÇÃO, GOVERNO FEDERAL, CORRUPÇÃO, IRREGULARIDADE, INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL (INSS), DESVIO, APOSENTADORIA, PENSÃO, PRESIDENTE DA REPUBLICA, LUIZ INACIO LULA DA SILVA.
  • DEFESA, ANISTIA, CONDENADO, TENTATIVA, GOLPE DE ESTADO.
  • COMENTARIO, OPERAÇÃO, POLICIA FEDERAL, BANCO PRIVADO, CORRUPÇÃO, PARTICIPAÇÃO, POLITICO, MINISTRO, SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF), ALEXANDRE DE MORAES, RISCOS, FUNDO GARANTIDOR DE CREDITO (FGC), NECESSIDADE, INSTALAÇÃO, COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUERITO (CPI).

    O SR. EDUARDO GIRÃO (Bloco Parlamentar Vanguarda/NOVO - CE. Para discursar.) – Paz e bem, meu querido irmão, Senador Confúcio Moura, sempre muito pontual.

    Quero cumprimentar a Senadora Damares Alves, os assessores desta Casa, funcionários e você, brasileira e brasileiro que estão nos assistindo pelo trabalho da equipe da TV Senado, Rádio Senado e Agência Senado.

    O Brasil foi surpreendido, Presidente. Eu acredito que é uma data muito emblemática o dia 22, e tinha que ser o dia 22 pelo nível de perseguição que a gente vive no Brasil hoje, e até de crueldade, podemos dizer assim.

    O brasileiro foi acordado no último sábado com um pedido completamente estapafúrdio de prisão do ex-Presidente da República Jair Messias Bolsonaro: uma pessoa que está ali, todo mundo acompanhando, todo dia na mídia, com uma vigilância ostensiva – um trabalho de fiscalização com o que existe de mais moderno pela Polícia Federal, com equipe, com equipamentos. E, a partir de uma convocação de uma vigília – olha a simbologia disso: no país mais católico do mundo, mais espírita do mundo, o segundo mais evangélico, já chegando nos Estados Unidos, que é o primeiro – uma vigília, chamada pelo filho em prol da saúde do seu próprio pai, é considerada como organização criminosa, movimento criminoso, pelo Ministro Alexandre Moraes, que se diz vítima de tudo isso e conduz processos a torto e a direito, totalmente arbitrários neste país.

    Um senhor idoso, com problemas de saúde, é humilhado. Esse é o propósito do que a gente está vendo por essa cegueira política e ideológica de vingança, de revanche, como diz aquela música do grupo Nenhum de Nós:

Mas o ódio cega, e você nem percebe.

Mas o ódio cega.

    É isso que está acontecendo com o Brasil. O que é que isso vai dar? Essa briga desmedida, raivosa de brasileiros. Isso vai acabar em quê? Para o Brasil, isso não está dando certo. O país está parado, cheio de problemas.

    Aliás, Senadora Damares, será que em tudo isso tem uma cortina de fumaça para que a mídia coloque, num momento crucial, todos os holofotes na prisão do Presidente? Prisão? Totalmente o processo – a gente sabe, está careca de saber, todo mundo – ilegal, inconstitucional, não para em pé, sem prova, cheio de vícios de origem, sem devido processo legal. E aí a gente vê o holofote da grande mídia brasileira, da mídia tradicional, focando nisso 24 horas, enquanto explodem escândalos de gravidade que podem deixar petrolão, mensalão como coisa de roubinhos.

    Sim, nós estamos vendo, por exemplo, a CPMI do INSS. Uma CPMI independente, que o Governo Lula não queria de jeito nenhum, mostrando que o próprio Governo Lula já sabia e não tomou providência. Esperou o Metrópoles fazer matéria para começar a agir. Quantos bilhões poderiam ter sido poupados? Quanto roubo de pessoas pobres, de pensionistas, de aposentados, de viúvas, de órfãos, de deficientes! Quantos bilhões dessa gente humilde poderiam ter sido poupados se o Governo Lula agisse com o mínimo de responsabilidade? – no momento em que souberam os órgãos de controle, inclusive a AGU.

    Agora o Lula manda para este Senado Federal o Sr. Messias, bem conhecido do brasileiro naquela época do Bessias, sendo um instrumento para usar o famigerado foro privilegiado para poupar o Lula de ser preso, Sr. Presidente. Eu digo assim, eu fiquei estarrecido quando eu vi muita gente comemorando, abrindo champanhe, sabe?

    Aquilo... Eu te confesso, quando o Lula foi preso, eu tinha minha posição sobre o Lula. A gente acompanha, procura estudar. Quando o Lula foi preso por corrupção, lavagem de dinheiro, e Palocci falando de centenas de milhões de reais, pessoa próxima dizendo da roubalheira... Condenado em três instâncias, e não foi inocentado, o brasileiro precisa saber. Apenas o CEP mudou. Esse cara está na Presidência da República.

    Quando ele foi preso, eu não comemorei, não, porque isso é ruim para o Brasil, isso é ruim para a nação, do aspecto de ver uma pessoa em que tanta gente acreditou, de ver um sonho de muitos brasileiros humildes, brasileiros com fé, com esperança no homem do povo... E essas pessoas, claro que sentiram.

    A gente já tinha noção, pela história dele, do partido, do que ele era capaz de fazer, mas isso não é motivo para celebrar – nós estamos em um momento muito preocupante da história da nação. Isso precisa acabar, essa guerra precisa acabar, e é só com anistia, não tem outro jeito.

    Para pacificar o Brasil, unir os brasileiros, para o país ir para a frente, independentemente de que governo seja: é anistia ampla, geral e irrestrita; é a reconciliação nacional tão esperada, que nós já tivemos em outros tempos, com gente que pegou em arma, com gente que fez coisas... inclusive tortura, sequestrar embaixador, assaltar banco, explodir aeroporto, em um passado recente do Brasil. E teve anistia para essa turma.

    E para esses que não tiveram o direito à ampla defesa e ao contraditório, de quem não foi achada uma arma sequer – nem arma branca, faca, não foi achado absolutamente nada –, pessoas sem liderança, em uma manifestação que descambou para uma quebradeira, e quem quebrou tem que pagar, mas não com 15, 16, 17 anos, em um país em que traficante está sendo liberado, que corrupto com 400 anos está sendo liberado para curtir suas mansões, tamanha a inversão de valores.

    Olha, será que é uma cortina de fumaça tudo isso? A CPMI do INSS chegando em gente poderosa... Estão blindando. A turma da base do Lula, do PT, está blindando, vota contra, está lá no painel para quem quiser ver. Mas está chegando, o brasileiro está entendendo, porque tem um Presidente e um Relator independentes, que estão mostrando para a população... Mesmo que a gente não consiga aprovar os requerimentos que a gente gostaria, mas sigilos foram quebrados no começo e mostram onde é que o dinheiro foi parar. Então a podridão está vindo do subsolo e mostrando tudo.

    É isso, essa cortina de fumaça? É o fracasso da COP, lá em Belém? Um completo fracasso, vergonha sob todos os aspectos: até incêndio teve, desmatamento teve, assalto a jornalista teve. Patético, o que a gente viu. É para encobrir o fracasso que nem acordo esperado teve, o mínimo que o Governo brasileiro esperava? Ou são os Correios e Telégrafos quebrados, saqueados, dando prejuízo de novo, pedindo um empréstimo, com pires, de bilhões do dinheiro de quem paga imposto? É isso? É para encobrir?

    Ou é o Banco Master, o escândalo bilionário do Banco Master? É aqui que eu quero entrar, Sr. Presidente. É aqui que eu quero entrar nessa situação.

    Dei entrada, agora há pouco, numa Comissão, num requerimento para a formação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), aqui, do Senado Federal, para que a gente possa investigar todos os elos desse caso, que também envolve gente muito poderosa neste país.

    Eu confesso que é gravíssimo. É por isso que eu estou pedindo essa CPI e solicito a assinatura dos Senadores desta Casa, independentemente de que partido sejam. Quem quiser buscar a verdade tem o dever de assinar essa CPI, e eu vou, aqui, ficar lembrando todos os dias, para que a gente possa ter o número necessário e para que o Presidente da Casa possa ler e a gente possa instalar.

    A Operação Compliance Zero, Senadora Damares Alves, da Polícia Federal, cumpriu cinco mandados de prisão preventiva e 25 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e Brasília, envolvendo sócios e diretores do Banco Master. Foram apreendidas joias, produtos importados de alto valor e R$1,6 milhão em dinheiro vivo.

    A Justiça Federal autorizou a operação para apurar os crimes de organização criminosa. Aí, sim, não é vigília, não é oração que é organização criminosa. Respeitem o povo brasileiro! Respeitem a fé e a liberdade religiosa da nossa população! Até isso vocês querem atingir, poderosos de plantão? É tudo despertar. Às vezes, a gente desperta pelo amor, às vezes pela dor, de tanto vilipêndio; mas é através da paz e de uma ação pacífica, mais firme e respeitosa que a gente vai conseguir virar o jogo – esse despertar coletivo dos brasileiros. Olhem só os dados que nós trouxemos aqui.

    A Justiça Federal autorizou a operação para apurar os crimes de organização criminosa, gestão fraudulenta e gestão temerária, que resultaram num rombo de R$12 bilhões – "b" de bola e "i" de índio – no sistema financeiro do Brasil, tendo como principal protagonista Daniel Vorcaro, que foi preso no aeroporto de Guarulhos, tentando embarcar num dos seus três jatinhos, avaliados em cerca de R$200 milhões, em direção – ele disse – a outro país.

    Essa história tem início em 2017, quando o Vorcaro, aos 34 anos de idade, adquiriu o Banco Máxima, que vivia grande crise, à beira da falência. Em 2019, o negócio é aprovado pelo Banco Central e, a partir de 2021, muda o nome da organização financeira para Banco Master. Em 2024, a revista Piauí publicou uma extensa matéria sobre o estranho fenômeno que permitiu um crescimento meteórico entre 2019 e 2024. O patrimônio líquido do banco saltou de R$219 milhões para quase R$5 bilhões – "b" de bola e "i" de índio – em apenas cinco anos.

    Esse crescimento anormal e extremamente rápido se deu principalmente através da emissão de uma enxurrada de CDBs, prometendo aos investidores o pagamento de juros altíssimos, muito acima da média do mercado. Com isso, acabou atraindo 1,6 milhão de credores.

    Para dar o mínimo de segurança, o sistema financeiro criou o Fundo Garantidor de Créditos, que, em caso de crise – como essa em que o Banco Central decidiu pela liquidação extrajudicial do banco –, tem a obrigação de garantir a devolução de até R$250 mil por cada CPF ou CNPJ; ou seja, o rombo pode chegar – atenção, senhoras e senhores! – a mais de R$40 bi – "b" de bola, "i" de índio –, R$40 bilhões!

    Apesar de o fundo ter um saldo positivo de R$140 bilhões, existe sempre o risco de a crise do Master se alastrar para outras instituições financeiras. Essa não é a primeira vez, nem a primeira crise do gênero. Vamos lembrar que, na década de 90, um grande banco quebrou – o Bamerindus, lembram-se dele? – e, depois da intervenção do Banco Central, o controle das operações financeiras foi transferido para o HSBC, num processo que levou 16 anos até a sua conclusão.

    Outro caso de grande repercussão foi a falência do Banco Santos, em 2005, depois que o seu fundador, Edemar Cid Ferreira – aquele que tinha uma casa de uma quadra, com obras de arte do mundo inteiro, lá em São Paulo –, desviou R$283 milhões. Após a intervenção, verificou-se que as dívidas do banco chegaram a R$3 bi – "b" de bola, "i" de índio –, R$3 bilhões.

    As operações atípicas feitas pelo Banco Master começaram a chamar a atenção do mercado financeiro a partir de 2023. Em março de 2025, foi iniciada a venda de carteiras de crédito do Banco Master ao BRB (Banco Regional de Brasília) por R$12 bi – "b" de bola, "i" de índio –, R$12 bilhões.

    Apesar da aprovação pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), o negócio esbarrou no Banco Central, que apontou várias irregularidades e fez ressalvas técnicas, até que, em setembro, houve o completo veto – foi agora, dois meses atrás. A partir daí, em virtude da situação de insolvência irrecuperável, o Banco Central decidiu pela medida extrema de liquidação extrajudicial. Nesse curto período – atenção –, o Banco Master emitiu R$50 bi – "b" de bola, "i" de índio –, R$50 bilhões em títulos de CDBs, oferecendo juros acima do mercado.

    Vorcaro circulava muito em Brasília, visando conseguir as autorizações para a expansão dos seus negócios – são os elos políticos. E o brasileiro quer saber – tem direito, é o dinheiro dele –, porque tem investimento aí de fundos, de prefeituras, de governos...

    Segundo matéria publicada pela revista Veja, as articulações políticas junto a Deputados Federais e a Senadores envolveram também iniciativas legislativas, como, por exemplo, a tentativa de aumentar aquela garantia de R$250 mil para R$1 milhão – sim, o Fundo Garantidor de Créditos, quatro vezes mais.

    Outra iniciativa que não avançou foi a proposta legislativa de diminuir a autonomia do Banco Central...

(Soa a campainha.)

    O SR. EDUARDO GIRÃO (Bloco Parlamentar Vanguarda/NOVO - CE) – ... que felizmente teve forte repercussão negativa. Além disso, houve articulações para negócios duvidosos, com fundos de pensão, que eu falei agora há pouco, como, por exemplo, o Rioprevidência, responsável pela aposentadoria dos funcionários do Estado do Rio de Janeiro, que investiu R$970 milhões nos papéis do Master, quase R$1 bilhão.

    Mais uma vez, ficou demonstrado o acerto do Congresso Nacional ao aprovar a autonomia do Banco Central em 2021.

    Outra instituição que já passou da hora de ser autônoma é a Polícia Federal. Tem uma PEC que tramita nesta Casa, de minha autoria, nesse sentido.

    Nessa mesma matéria da revista Veja, Sr. Presidente, consta que Vorcaro teria também se reunido com o Ministro da Casa Civil, Rui Costa. Muitos poderão dizer que tal agenda...

(Soa a campainha.)

    O SR. EDUARDO GIRÃO (Bloco Parlamentar Vanguarda/NOVO - CE) – ... não tem nenhum elemento que possa levantar algum nível de suspeição sobre qualquer aproximação com o Governo Lula, mas não podemos jamais esquecer que, antes de ser Ministro da Casa Civil, Rui Costa foi Governador da Bahia e, como Coordenador do Consórcio Nordeste, protagonizou aquele escândalo, o calote da maconha: durante a fase mais crítica da pandemia, esse consórcio, que reúne nove Governadores do Nordeste, comprou 300 respiradores sem licitação e pagou adiantado R$48,9 milhões para a empresa Hempcare, que vendia produtos à base de maconha, que nunca entregou nenhum equipamento para o povo.

    Sr. Presidente, se o senhor me der mais um minuto, eu me comprometo a encerrar. Muito obrigado.

    Essas articulações também chegaram ao atual Ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, que, logo depois que se aposentou como Ministro do STF, atuou por algum tempo...

(Soa a campainha.)

    O SR. EDUARDO GIRÃO (Bloco Parlamentar Vanguarda/NOVO - CE) – ... como consultor de quem? Do Banco Master.

    Outra relação gravíssima foi a contratação do escritório de advocacia Barci de Moraes, dirigido por nada mais, nada menos do que Viviane Barci de Moraes, que simplesmente vem a ser a esposa de Alexandre de Moraes. Além dela, atuam também nesse escritório dois filhos do casal.

    Além disso, Sr. Presidente, em 2024, o Vorcaro foi um dos patrocinadores de um evento em Londres em que participaram três Ministros do STF, além do Procurador Gonet, da República, e o Advogado-Geral da União, Jorge Messias.

    Sr. Presidente, para a frase final, no um minuto, muito obrigado.

    São muitos os fatos determinados que justificam a instalação de uma CPI, que é essa que eu estou pedindo, hoje dei entrada. Alguns são tão graves que fica difícil escolher qual mais relevante.

(Soa a campainha.)

    O SR. EDUARDO GIRÃO (Bloco Parlamentar Vanguarda/NOVO - CE) – Por essa razão, comecei a coletar as assinaturas necessárias. O Master ainda tem vinculação ao futebol, através do Atlético Mineiro, e existem indícios de alguma conexão, inclusive, com organizações criminosas, como o PCC.

    Por tudo isso, é o nosso dever aprofundar as investigações, pois, além do próprio rombo, que pode chegar a R$50 bilhões, há claros indícios do envolvimento de autoridades dos três Poderes da República.

    Eu encerro com esse profundo pensamento de Joanna de Ângelis, mentora do médium baiano Divaldo Pereira Franco, que desencarnou este ano, abro aspas: "Sempre que algumas vantagens para ti ofereçam danos para outrem, recusa-as, [...] [porque] ninguém poderá ser feliz erguendo a sua alegria sobre o infortúnio do seu próximo."

    Que Deus abençoe a nossa nação, e que tenhamos uma semana produtiva.

    Muito obrigado, Sr. Presidente.


Este texto não substitui o publicado no DSF de 25/11/2025 - Página 22