Pela ordem durante a 65ª Sessão Deliberativa Ordinária, no Senado Federal

Críticas à obrigatoriedade da vacinação infantil contra a covid-19. Apoio às vacinas de forma geral.

Homenagem ao ex-servidor Romeu Arruda pelo lançamento de obra sobre sua trajetória e a história da construção institucional de Brasília e do Senado.

Autor
Eduardo Girão (NOVO - Partido Novo/CE)
Nome completo: Luis Eduardo Grangeiro Girão
Casa
Senado Federal
Tipo
Pela ordem
Resumo por assunto
Crianças e Adolescentes, Saúde Pública:
  • Críticas à obrigatoriedade da vacinação infantil contra a covid-19. Apoio às vacinas de forma geral.
Atuação do Senado Federal, Homenagem:
  • Homenagem ao ex-servidor Romeu Arruda pelo lançamento de obra sobre sua trajetória e a história da construção institucional de Brasília e do Senado.
Publicação
Publicação no DSF de 28/05/2026 - Página 17
Assuntos
Política Social > Proteção Social > Crianças e Adolescentes
Política Social > Saúde > Saúde Pública
Outros > Atuação do Estado > Atuação do Senado Federal
Honorífico > Homenagem
Indexação
  • CRITICA, OBRIGATORIEDADE, VACINAÇÃO, CRIANÇA, NOVO CORONAVIRUS (COVID-19), COMENTARIO, CONTROVERSIA, AMBITO INTERNACIONAL, DEFESA, AUTONOMIA, FAMILIA.
  • HOMENAGEM, EX-SERVIDOR, LANÇAMENTO, LIVRO, HISTORIA, SENADO, CONSTRUÇÃO, BRASILIA (DF).

    O SR. EDUARDO GIRÃO (Bloco Parlamentar Vanguarda/NOVO - CE. Pela ordem.) – Obrigado, querida. Só um pela ordem, rapidamente.

    Em primeiro lugar, cumprimento a Senadora Zenaide, que é do meu Estado, vizinho, do Rio Grande do Norte. Nós temos muitas pautas em comum, apesar de pensarmos, termos visões diferentes... Isso faz parte da democracia, mas defendemos a vida em várias questões, contra a bet, contra a jogatina, contra muitas outras pautas.

    Só nessa questão da vacina que eu concordo plenamente com ela, ela sabe disso. Agora, quanto à da covid para crianças, segundo... Aí a gente tem que pegar organismos internacionais também. Não existe consenso em relação a isso.

    O Brasil é o único país do mundo que obriga crianças, que não são o foco do coronavírus, a se vacinarem. Então, médicos dão alertas em relação a isso. É por isso que eu tenho cautela. Agora, sobre as outras vacinas – perfeito. Agora, essa que o Brasil está impondo que pais, inclusive com perseguição do Estado... Isso é gravíssimo! Eu não concordo e a gente tem que ter muita serenidade, porque aqui não é ditadura. Aqui, no Brasil, é democracia. Então, está aberto para quem quiser... O que é recomendável, o.k. Agora, não se pode deixar de matricular as crianças por uma imposição de um governo. É só aqui, no Brasil, que se impõe isso. Os Estados Unidos deixaram liberado, várias outras nações não recomendam, inclusive, que se dê vacina, para crianças, de covid, com relação a isso.

    Eu queria aproveitar e aqui fazer uma saudação, com muito carinho. Eu tive a oportunidade de estudar na Unifor. Então, na minha época... Aqui nós temos só jovens que estão nos visitando – são os alunos de Direito da pós-graduação, da Unifor (Universidade de Fortaleza) –, mas, na minha época, só tinha três universidades: era a UFC, a Uece e a Unifor, na época que eu fiz vestibular. E eu tive o privilégio de passar nas três, na época, e entrei na federal, em Economia e, depois, consegui também desenvolver na Unifor, fiz também uma parte lá.

    Então, o meu carinho aqui ao Professor Francisco Medina, que está aqui conosco no Plenário bicentenário, do Senado Federal. Também aqui, junto com ele, estão: o Adriano Bento da Silva, o Allan Wilker Xavier Pinheiro, o Daniel Gomes Lima Filho, o Filipe Santos Queiroga, a Giselle Longhi de Sousa, a Gisleide Vieira Pinheiro, a Izadora Teles Nunes Félix, o Luis Wagner Mota Sales, a Mariana Moura dos Santos, o Matheus Henrique de Abreu Silva, a Rebeca Alves Rodrigues Cabral, o Francisco – eu já falei dele, do nosso professor, o Francisco Medina, né? –, o Paulo Roberto Meyer Pinheiro e o João Henrique Sampaio.

    Sejam muito bem-vindos aqui à Casa revisora da República. Daqui a pouco, vão lá ao nosso gabinete, que é um gabinete que não é meu, é do Senado, é do Ceará. É um pedacinho do Ceará aqui para a gente representar.

    Minha querida Presidente Roberta Acioly, nobre Senadora, que chegou chegando aqui à Casa com boas pautas. Eu queria aproveitar... Tem um ex-funcionário aqui da Casa, aposentado, que lançou este livro. Então, ele fez o lançamento do livro Da Planície ao Planalto, Crônicas de uma Travessia, é do Romeu Arruda. Eu queria saudá-lo, porque foi publicado recentemente esse livro. É uma coletânea de crônicas de autoria do ex-servidor do Senado Romeu Arruda. Arruda é natural de Surubim, Pernambuco, e hoje está com 87 anos. Ele foi pioneiro de Brasília e funcionário do Senado desde 1961, onde ele exerceu, entre outros, o cargo de Diretor da Secretaria de Patrimônio, quando se aposentou.

    Funcionário dedicado, contribuiu, sobremodo, com os processos de estruturação e funcionamento desta Casa, quando da transferência de sua sede do Rio de Janeiro para a nova capital, Brasília, recém-inaugurada.

    Nessa coletânea de crônicas, Romeu Arruda registra uma trajetória marcada por valores, memórias e experiências que representam não apenas o registro de sua caminhada e permanência em Brasília – da minha querida irmã Senadora Damares Alves, que aqui está no Plenário –, mas um tributo às suas origens nordestinas – como eu sou, como a Damares também é; ela é de Sergipe e eu sou do Ceará –, da planície pernambucana ao Planalto Central.

    Então, ele fez uma dedicatória com muito carinho aqui.

    Muito obrigado, Romeu Arruda; está registrado.

    Eu vou agora subir, com a sua permissão, minha querida Presidente, para fazer o meu pronunciamento.


Este texto não substitui o publicado no DSF de 28/05/2026 - Página 17