Discurso durante a 9ª Sessão Deliberativa Ordinária, no Senado Federal

Recebimento de correspondência do movimento "Acorda, Pará! Sarah já!", que objetiva a conclusão das obras do Hospital Sarah Kubitschek, no Estado do Pará.

Autor
Mário Couto (PSDB - Partido da Social Democracia Brasileira/PA)
Nome completo: Mário Couto Filho
Casa
Senado Federal
Tipo
Discurso
Resumo por assunto
POLITICA DE TRANSPORTES. SAUDE.:
  • Recebimento de correspondência do movimento "Acorda, Pará! Sarah já!", que objetiva a conclusão das obras do Hospital Sarah Kubitschek, no Estado do Pará.
Aparteantes
Edison Lobão, Eduardo Suplicy, Flexa Ribeiro, Mão Santa.
Publicação
Publicação no DSF de 16/02/2007 - Página 2277
Assunto
Outros > POLITICA DE TRANSPORTES. SAUDE.
Indexação
  • COMENTARIO, ARTIGO DE IMPRENSA, JORNAL, O LIBERAL, ESTADO DO PARA (PA), CONFIRMAÇÃO, DISCURSO, ORADOR, GRAVIDADE, SITUAÇÃO, ILHA DE MARAJO, FALENCIA, HOTEL, MOTIVO, FALTA, TRANSPORTE, PREJUIZO, TURISMO.
  • SOLIDARIEDADE, MANIFESTAÇÃO COLETIVA, PROTESTO, PARALISAÇÃO, OBRAS, HOSPITAL, ESTADO DO PARA (PA), REDE NACIONAL DE HOSPITAIS DA MEDICINA DO APARELHO LOCOMOTOR, COBRANÇA, RESPONSABILIDADE, AUTORIDADE, SUPERIORIDADE, GASTOS PUBLICOS, RISCOS, PERDA, INVESTIMENTO, EXPECTATIVA, AUDIENCIA, ALOYSIO CAMPOS DA PAZ, DIRETOR, ESCLARECIMENTOS, INFORMAÇÃO, MINISTERIO DA SAUDE (MS), REPASSE, RECURSOS ORÇAMENTARIOS.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA. Pronuncia o seguinte discurso. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Senador Romeu Tuma, para mim é um prazer muito grande poder falar hoje, com V. Exª na Presidência, e dizer que, em matéria de segurança, nós chegamos ao limite neste País.

Srªs e Srs. Senadores, nós chegamos ao limite. Não podemos mais agüentar o que está acontecendo neste País. Por isso, Mão Santa, sinto-me muito feliz em ver que esta Casa, por sua Presidência, dará preferência aos projetos que tramitam nesta Casa que tratam da segurança do nosso País.

Mas volto a esta tribuna, meu nobre Presidente, para falar, novamente, dos problemas do meu Estado. Hoje quero trazer aqui um fato grave. Quero falar ao meu País e ao meu Estado, que tem conhecimento deste fato, sobre um hospital do meu Estado que está quase concluído, mas que está abandonado.

Antes de entrar no tema principal, meu Presidente, quero dizer que outro dia falei aqui dos problemas da ilha de Marajó, pedindo providências urgentes para a sua sobrevivência. Pois bem. No dia 13 deste mês, o jornal O Liberal, Senador Flexa Ribeiro, trouxe uma publicação mostrando que a minha fala era exatamente nesse tom da realidade dos fatos da ilha.

Diz o jornal daquele dia que estão à venda os hotéis-fazenda, os hotéis e as pousadas do Marajó. Por que estão à venda? Por quê, Srªs e Srs. Senadores? Exatamente por causa daquilo que falamos desta tribuna e mostramos ao nosso País: há falta de transporte para a Ilha. Como é que se pode fazer turismo sem transporte, Presidente? Como é que se pode fazer? Alguns empresários tentaram. Tentaram, porque a Ilha do Marajó chama ao turismo. Alguns tentaram, mas não se pode fazer turismo sem transporte. Não há transporte para a Ilha do Marajó.

Mão Santa, você vai de Belém até uma cidade turística bem próxima, Soure, por exemplo. Você só vai uma vez, na época do verão, e não vai nunca mais, porque atravessa uma baía, balança demais, o transporte coloca a sua vida e a da sua família em perigo, e ninguém repete o que é perigoso. Ninguém é capaz de repetir o perigo. Por isso, o turismo, talvez a única fonte de geração de emprego do Marajó, está indo à falência, Senador Flexa Ribeiro.

A última vez em que estive aqui, eu disse “SOS Marajó”. Temos que encontrar uma fórmula para proteger os quatrocentos mil moradores da Ilha de Marajó. Eu quis registrar esse fato porque o jornal O Liberal, um dia depois em que fiz o apelo desta tribuna, fez o mesmo registro.

Agora, quero mostrar a V. Exªs o que acho que é um crime, Srªs e Srs. Senadores. Recebi, Senador Flexa Ribeiro, da nossa terra querida do Pará uma correspondência do movimento “Acorda, Pará! Sarah já!”, com referência ao Hospital Sarah Kubitschek.

Esse movimento é antigo, tem uns quatro ou cinco anos. O que ele objetiva? Objetiva o término da construção de um hospital. Quanto já foi gasto nesse hospital? - só para que V. Exªs tenham a dimensão do problema e da irresponsabilidade de autoridades. Repito: da irresponsabilidade de autoridades. Agora eu quero descobrir a quem cabe, Senador Paulo Paim, essa responsabilidade. Olhe aqui, Senador Paulo Paim, em que fase está o Hospital Sarah Kubitschek no Pará. Está quase pronto, Senador. Olhe aqui, Senador: quase pronto. Sabe quanto foi gasto aqui, Senador? Dez milhões. Sr. Presidente, veja a parte interna do hospital. Mas sabe há quantos anos está abandonada essa obra? Mais de três anos. Abandonada!

Senador Flexa Ribeiro, o que se diz do abandono dessa obra? Diz o jornal O Liberal que o Ministério da Saúde diz que já transferiu recursos para a conclusão dessa obra para a direção do Hospital Sarah Kubitschek. No orçamento, constam, três anos seguidos, verbas para o término do hospital. Três anos seguidos! Onde está essa verba? Fato grave! Fato grave! Gravíssimo!

Estão lá os pacientes a procurar hospital em São Luís e aqui em Brasília. E há dificuldade. Dizem que o Diretor-Geral do Hospital Sarah de Brasília não gosta de atender políticos. Não gosta! Vou pedir uma audiência a ele.

O SR. PRESIDENTE (Romeu Tuma. PFL - SP) - Não é verdade.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - Eu quero que ele me atenda.

O SR. PRESIDENTE (Romeu Tuma. PFL - SP) - Ele atende porque eu já fui...

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - Eu quero que ele me atenda! Eu quero que ele me atenda! Eu quero mostrar a dificuldade do meu Estado! Quero mostrar! Quero mostrar a dificuldade do meu Estado! É minha obrigação! É minha obrigação mostrar! Estou aqui para representar um milhão e meio de pessoas que confiaram em mim, Senador Eduardo Suplicy, e quero ser atendido.

Quero mostrar a realidade dos fatos, quero pedir à nossa Governadora, Ana Júlia Carepa, que atenda esse movimento, que há vários dias vem pedindo a ela uma audiência. Quero me colocar à disposição dela aqui, em Brasília, para que possamos, definitivamente, definitivamente, resolver o problema desse hospital em Belém, que falta muito pouco para funcionar e é uma vergonha! Uma vergonha nacional, não é uma vergonha local. É uma vergonha nacional!

O Sr. Eduardo Suplicy (Bloco/PT - SP) - V. Exª me permite um aparte?

O Sr. Mão Santa (PMDB - PI) - Senador Mário Couto.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - Vou permitir a todos.

É uma vergonha nacional. Temos, definitivamente, de resolver o problema desse hospital no Pará, que existe há muito tempo, não é de hoje. Aqui já estiveram vários Senadores falando do problema desse hospital: Jader Barbalho, Luiz Otávio, Ana Júlia Carepa, Flexa Ribeiro e agora eu, Mário Couto. Vamos ter de resolver definitivamente esse problema, custe o que nos custar.

Vou começar os apartes concedendo a palavra, primeiramente, ao Senador Flexa Ribeiro, que foi quem primeiro a pediu e por se tratar de um Senador do meu Estado. Em seguida, concederei a palavra ao Senador Mão Santa e, após, aos Senadores Paim e Suplicy. Vou conceder a todos, pedindo apenas que percebam o tempo, porque quero fazer o arremate do meu pronunciamento.

Senador Flexa Ribeiro, é com muita honra que o escuto.

O Sr. Flexa Ribeiro (PSDB - PA) - É com maior honra ainda que tenho a possibilidade de aparteá-lo, nobre Senador Mário Couto. V. Exª volta hoje à tribuna para tratar dos assuntos inerentes ao nosso querido Estado do Pará. V. Exª inicia com a questão da Ilha do Marajó. V. Exª tem toda a razão, Senador Mário Couto, sobre a necessidade de se ter uma visão do Governo Federal, incluindo a Ilha do Marajó no Programa de Aceleração do Crescimento, para que recursos possam ser alocados para aquela ilha no sentido de atender as suas necessidades, como a questão do turismo, como a questão da energia. V. Exª continua o seu pronunciamento tratando da Rede Sarah. Essa é uma das caveiras-de-burro que estão enterradas no território paraense há muito tempo. Não faz três anos, Senador Mário Couto, que o hospital está pronto e fechado, mas quatro anos. Em dezembro de 2002, ainda nos Governos de Fernando Henrique Cardoso e Almir Gabriel, esse hospital estava com as suas obras civis prontas, aguardando para ser equipado e para ser iniciado o atendimento à população. Lamentavelmente, nesses quatro anos primeiros do Governo Lula, essa obra foi esquecida e abandonada pelo Governo, apesar, como V. Exª disse, dos reclamos da Bancada do Estado do Pará no Senado Federal, do Senador Luiz Otávio, da hoje Governadora e então Senadora Ana Júlia, de mim próprio, para que fosse restabelecida a relação com o Governo do Estado que se propunha, Senador Mário Couto, naquela altura. V. Exª, como Presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Pará, tem conhecimento disso. Fiz um repto ao Presidente Lula e pedi o apoio da Senadora Ana Júlia, pois o Governador Simão Jatene se dispunha a aplicar R$14 milhões para equipar o Hospital Sarah, desde que o Governo Federal bancasse os valores de custeio. Tentei, por diversas vezes, contato com o Dr. Campos da Paz, o Presidente da Rede Sarah nacional, com quem, acho, o Senador Tuma tem prestígio. Lamentavelmente, Senador Mário Couto, nem resposta aos ofícios encaminhados pelo gabinete eu obtive. É importante que se diga que foi aberto, foi colocado em funcionamento o Rede Sarah de Macapá, ao lado do Estado do Pará, e o nosso não foi colocado em funcionamento. V. Exª tem o nosso apoio. O movimento “Acorda, Pará, Sarah já”, de Agostinho Monteiro e outros líderes, tem o apoio de todos nós. Vamos juntos, Senador Mário Couto, cobrar do Governo para que o Rede Sarah possa realmente voltar a funcionar.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - Vamos pedir à Governadora que marque uma audiência com o movimento, que precisa relatar, realmente, algumas situações à Governadora, de quem estaremos à disposição. Mais uma vez, quero repetir: nós estaremos aqui à disposição da Governadora, para que, em conjunto, possamos resolver essa grave situação do hospital em Belém do Pará.

Muito obrigado, Senador Flexa.

O Sr. Flexa Ribeiro (PSDB - PA) - Ela precisa, Senador, reafirmar o comprometimento do Estado em aplicar os R$14 milhões a que o Governador Simão Jatene havia se disposto. Tenho absoluta certeza de que ela o fará. Mas, junto conosco, que estamos à disposição para ajudar o Pará, ela pode solicitar que o Governo Federal coloque em funcionamento o Rede Sarah em nosso Estado.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - Muito obrigado.

O SR. PRESIDENTE (Romeu Tuma. PFL - SP) - V. Exª me permite somente uma explicação? Estou interrompendo o seu tempo, mas vou pedir urgência nos apartes.

Eu realmente tive contatos com o Dr. Aloysio da Paz - ele é da paz - e sempre fui bem atendido. Só que suas grandes dificuldades são financeiras. Temos de brigar pelo Orçamento também. Quero me solidarizar e brigar para que haja no Orçamento a verba vinculada.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - Mas, Sr. Presidente, há três anos estão alocados no Orçamento. Não se trata de problema orçamentário.

O SR. PRESIDENTE (Romeu Tuma. PFL - SP) - Não estou tirando a razão de V. Exª. Mas é preciso ver se o Planejamento solta. Precisamos brigar com o Governo também.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - Não se trata de problema orçamentário.

O SR. PRESIDENTE (Romeu Tuma. PFL - SP) - Não, não. É problema orçamentário na medida em que não se libera o recurso.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - Não, Senador. Já foram liberados os recursos. Há confusão aí. É exatamente isso.

O SR. PRESIDENTE (Romeu Tuma. PFL - SP) - Não estou defendendo ninguém, não. Quero ser solidário ao Estado do Pará.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - A audiência que eu quero é para deixar claro. Eu quero voltar a esta tribuna e deixar claro quem recebeu, quem não recebeu e onde está o dinheiro. Eu quero deixar claro isso! É exatamente por isso que vou pedir a audiência.

O SR. PRESIDENTE (Romeu Tuma. PFL - SP) - Peço desculpas.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - Quero pedir a V. Exª que me ajude na audiência, que me ajude na audiência. Não há por que se desculpar.

O SR. PRESIDENTE (Romeu Tuma. PFL - SP) - Quero ser solidário. Só peço desculpas por intervir num problema do Pará, mas é que ontem tomei um sorvete do Pará, e é gostoso.

O Sr. Flexa Ribeiro (PSDB - PA) - Presidente Tuma, ainda em 2006, o Hospital Sarah do Amapá foi posto em funcionamento. Acho justo que o Sarah do Amapá funcione. Mas precisamos colocar para funcionar o Sarah do Pará.

O SR. PRESIDENTE (Romeu Tuma. PFL - SP) - Vamos pedir aos Senadores do Amapá que nos ajudem.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - Só para encerrar o meu pronunciamento, Sr. Presidente, gostaria de conceder o aparte ao Senador Mão Santa, pelo menos, que me pediu logo em seguida ao Senador Flexa.

Concedo o aparte ao Senador Mão Santa. É um prazer ouvi-lo.

O Sr. Mão Santa (PMDB - PI) - Senador Mário Couto, o Brasil todo está entusiasmado com a voz de V. Exª. Faz-me lembrar o nosso Paulo Brossard. É mais ou menos o raciocínio de quando ele começou. Ele dizia que representava um milhão e tanto, como V. Exª. Paulo Brossard. O que ele podia fazer? Ele tinha de falar para esse um milhão e tanto que não tem voz nem vez. A voz de Paulo Brossard marcou. Paulo Brossard teve a coragem de ser anticandidato contra Euler Bentes, avançou na redemocratização, e hoje o Piauí, o Brasil e o Pará, todos nós agradecemos a sua participação. Sobre esse negócio do Governo, eu quero lhe dizer algo. Está aqui o Senador desta ilha e da maravilha das ilusões que é Brasília. A maternidade daqui, da Universidade Federal, está fechada. Quer dizer, a mulher pobre de Brasília não tem mais o direito de ser mãe com dignidade, porque não há neonatalogista. A Organização Mundial de Saúde estabelece que, numa maternidade, deve haver vinte, porque são criancinhas, e o médico obstetra - fiz muito parto - não tem condições e não tem conhecimento. Em vez de vinte, só havia oito, porque o salário era R$1,2 mil, e eles fizeram outros concursos para ganhar R$3 mil. Só havia oito! Então, a maternidade não pode funcionar. Desses oito, quatro, quando viram a barra pesar, tiraram licença. Só há quatro! Brasília, essa é a saúde que o PT está oferecendo ao Brasil. O nosso Piauí, pelo clamor de V. Exª, tem que acordar, para que se acelerem as ações pela educação e pela segurança. Aí é que vai nascer a civilização. Mas, no meu Estado, há um hospital universitário que não andou nada. Há um hospital municipal, começado por Heráclito Fortes. Foi o Aldo Ferraz, Prefeito, o Firmino, o Francisco Gerardo, o atual, mas o Governo Federal tem sido ausente. Essa é a saúde. Começamos a ter esperança pela voz de V. Exª. Pelo Pará, o Flexa Ribeiro todas os dias clama, e V. Exª, em pouco tempo, mostrou a bravura, a decisão e a grandeza do povo do Pará. O outro, seu companheiro, representa aquela mulher extraordinária. Então, a delegação do Piauí, eu e Heráclito, vamos ter de nos esforçar muito, porque o Pará começou a dominar esta Casa.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - Senador Mão Santa, muito obrigado.

Quero concluir meu pronunciamento, pedindo desculpas aos dois Senadores que me pediram aparte, pois não poderei concedê-lo, porque infelizmente estourei, e muito, meu tempo. Aproveito para dizer que voltaremos a falar sobre esse problema.

Senador Paulo Paim, peço a interferência de V. Exª nesse contato. Peço ao Diretor-Geral do Hospital Sarah Kubitschek, Dr. Aloysio Campos, que atenda a este humilde Senador representante do povo nobre do Estado do Pará. Gostaria que ele me atendesse. Espero que me atenda para que, em conjunto com as autoridades do meu Estado e com o movimento Acorda, Pará, que tem o mesmo desejo de resolver o problema, possamos consegui-lo.

O Sr. Paulo Paim (Bloco/PT - RS) - Sr. Senador, assumo já o compromisso de falar com o Diretor, porque sei que tem atendido a todos.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - Agradeço a V. Exª. Posso dizer que consegui algo no dia de hoje.

O Sr. Eduardo Suplicy (Bloco/PT - SP) - Senador Mário Couto, todas as vezes que, por quaisquer razões, telefonei ao Dr. Aloysio Campos da Paz, ele sempre me atendeu. V. Exª está chegando agora ao Senado, mas tenho certeza de que o procedimento será semelhante. Dou-lhe o testemunho de que ainda hoje telefonei para ele para que me informasse se há algum estabelecimento em São Paulo que possa receber a instalação de um centro de reabilitação tão bom quanto o que existe aqui em Brasília, mas soube que, infelizmente, ainda não existe.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - Com o auxílio de V. Exªs, eu e o Senador Flexa Ribeiro ganhamos o dia de hoje.

Muito obrigado, Senador.

O Sr. Edison Lobão (PFL - MA) - V. Exª tem também o meu apoio. Quero atestar que se trata de um dos melhores hospitais do mundo nessa matéria. E o Dr. Campos da Paz é um dirigente extraordinário, que tem sensibilidade política, inclusive, e social.

O SR. MÁRIO COUTO (PSDB - PA) - Agora se concretizou o nosso pedido. Tenho certeza de que demos início à solução desse problema.

Muito obrigado, Sr. Presidente.


Este texto não substitui o publicado no DSF de 16/02/2007 - Página 2277