Pronunciamento de Carlos Portinho em 03/02/2026
Discussão durante a 1ª Sessão Deliberativa Ordinária, no Senado Federal
Anúncio de audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) para receber a Profa. Tatiana Coelho de Sampaio (UFRJ), pioneira no desenvolvimento da polilaminina, substância voltada à recuperação de movimentos em lesões musculares.
Denúncia de prejuízos bilionários ao estado do Rio de Janeiro com aplicações no Banco Master. Destaque para a prisão do Presidente do Rioprevidência.
- Autor
- Carlos Portinho (PL - Partido Liberal/RJ)
- Nome completo: Carlos Francisco Portinho
- Casa
- Senado Federal
- Tipo
- Discussão
- Resumo por assunto
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Pesquisa Científica,
Saúde:
- Anúncio de audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) para receber a Profa. Tatiana Coelho de Sampaio (UFRJ), pioneira no desenvolvimento da polilaminina, substância voltada à recuperação de movimentos em lesões musculares.
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Governo Estadual,
Previdência Complementar:
- Denúncia de prejuízos bilionários ao estado do Rio de Janeiro com aplicações no Banco Master. Destaque para a prisão do Presidente do Rioprevidência.
- Aparteantes
- Magno Malta.
- Publicação
- Publicação no DSF de 04/02/2026 - Página 50
- Assuntos
- Economia e Desenvolvimento > Ciência, Tecnologia e Informática > Pesquisa Científica
- Política Social > Saúde
- Outros > Atuação do Estado > Governo Estadual
- Política Social > Previdência Social > Previdência Complementar
- Indexação
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- ANUNCIO, AUDIENCIA PUBLICA, Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informática (CCT), PESQUISA CIENTIFICA, TRATAMENTO MEDICO, PARAPLEGICO.
- DENUNCIA, PREJUIZO, PREVIDENCIA COMPLEMENTAR, PREVIDENCIA PRIVADA, ESTADO DO RIO DE JANEIRO (RJ), PRISÃO, PRESIDENTE.
O SR. CARLOS PORTINHO (Bloco Parlamentar Vanguarda/PL - RJ. Para discutir.) – Muito obrigado, Presidente Davi Alcolumbre.
Meus caros colegas, eu venho aqui à tribuna, primeiro, falar de algo de bom do nosso país porque a gente também tem muita coisa boa para falar da nossa gente, do brasileiro. E agradecer ao Senador Flávio Arns, que é subscritor comigo de um requerimento que vai à votação amanhã na Comissão de Ciência e Tecnologia para a gente poder fazer uma audiência pública e ter o prazer de receber aqui uma das maiores pesquisadoras do nosso país, que é a Profa. Tatiana Coelho de Sampaio, que é cientista, pesquisadora e Professora da Universidade Federal do meu Estado do Rio de Janeiro. A Tatiana é reconhecida nacionalmente – muitos aqui vão lembrar, é fato recente – por uma atuação pioneira no desenvolvimento da polilaminina, uma substância inovadora que vem apresentando resultados promissores na recuperação de movimentos de pessoas com lesão muscular.
Não sei se a Senadora Mara Gabrilli está nos assistindo, mas, se ela puder participar...
(Intervenção fora do microfone.)
O SR. CARLOS PORTINHO (Bloco Parlamentar Vanguarda/PL - RJ) – Vai atender o nosso querido Senador Magno. Certamente, tudo vai dar certo; Deus está olhando o Magno. Essa pesquisadora é as mãos de Deus também.
A gente está pedindo, para essa audiência pública, a quem estiver na CCT e puder, amanhã, que ajude a aprovar esse convite, para a gente entender melhor a pesquisa dela, os desenvolvimentos, mas também entender quais são os obstáculos burocráticos e o que a gente pode fazer para ajudar a pesquisa científica, principalmente essa, voltada à saúde, a questões de saúde da mais alta complexidade, porque brasileiros vêm se destacando como expoentes nessas pesquisas.
Esse ambiente burocrático, regulatório; a questão dos recursos, que, quero deixar registrado, são muito importantes para a pesquisa... Eu tenho, no meu mandato, encaminhado emendas parlamentares, como as para o Friperj, que estuda, pesquisa assuntos ligados ao desenvolvimento econômico e industrial do meu Estado do Rio de Janeiro. O Prof. Mauro Osorio, um grande economista e pesquisador, é que está à frente desse projeto no Rio de Janeiro.
Então, eu incentivo muito a pesquisa, e eu fiquei maravilhado quando eu vi a matéria e a reportagem da Profa. Tatiana Coelho de Sampaio, que acho que tem muito a dizer na Comissão de Ciência e Tecnologia, para o bem do país, algo positivo.
Dito isso, não posso deixar aqui de registrar, Sr. Presidente Davi, que, em relação ao caso Master, não fazer nada não é uma opção. Eu quero deixar aqui bem clara a minha posição: o meu Estado do Rio de Janeiro tem bilhões enterrados no Banco Master – inclusive, hoje o Presidente do Rioprevidência foi preso –, e a gente precisa investigar, saber como chegou lá, por quem, o que fez... Tem muita coisa para a gente investigar. O caso do Banco Master, Senador Randolfe, não é ideológico; tem zero de ideologia nisso. Ele não é da direita nem da esquerda, não é do Lula nem do Bolsonaro: é corrupção, é dinheiro do país e é nosso dever fazer alguma coisa. Não fazer nada não é uma opção!
Por isso, na CPI do Crime Organizado, junto com o Senador Magno, endereçamos vários requerimentos para votação, também com relação ao cassino Tayayá, onde tinha jogo, Senador Girão, onde tinha jogo, Senador Magno, de tudo que é tipo – tudo que é tipo! –, com criança na mesa. Eu oficiei a Polícia Civil do Paraná e oficiei o Ministério Público do Paraná, porque, no Rio de Janeiro, quando tem lá a birosca com caça-níquel, a polícia e o Ministério Público vão lá e estouram! É assim que tem que ser feito...
O Sr. Magno Malta (Bloco Parlamentar Vanguarda/PL - ES) – Cabe aparte, Excelência?
O SR. CARLOS PORTINHO (Bloco Parlamentar Vanguarda/PL - RJ) – Vou deixar, assim que... Agora mesmo.
Então, o que eu gostaria, Senador Magno, era de saber se já foi estourado esse cassino, porque a cada dia deve ter mais crianças, deve ter mais gente em mesa de jogo, deve ter mais dinheiro sendo lavado, porque, onde há cassino, o Senador Magno Malta sabe, há lavagem de dinheiro do crime organizado. É isto que me preocupa: lavagem de dinheiro do crime organizado, dinheiro dos estados enterrado no banco – e isso não é ideológico. E a gente não fazer nada não é uma opção.
Concedo aparte ao meu querido colega Senador Magno, encerrando meu registro e minha participação por aqui hoje.
O Sr. Magno Malta (Bloco Parlamentar Vanguarda/PL - ES. Para apartear.) – Não há a menor possibilidade... E esta é uma oportunidade ímpar de esta Casa se resgatar com a nação brasileira.
A CPMI não tem como voltar atrás, são 238 assinaturas de Deputados e 42 de Senadores – a própria representatividade da nação.
O homem mais simples, o mais indouto do país sabe dessa lama. Quando essa fossa estourou... Normalmente, no sistema, quando estoura um tumor, ele escorre; mas todos eles blindam o tumor. Só que, dessa vez, a fossa estourou de uma vez, não dá para um segurar na mão do outro, porque está todo mundo com a mão suja de... Eu não vou falar o que é aquele troço que sai pelo intestino, sei lá... E tem que se apurar, doa em quem doer, doa em quem doer. Este momento chegou, é um momento ímpar, que o Brasil nunca presenciou.
Então, você tem um Ministro, que tem um salário, que foi sabatinado, aprovado nesta Casa, que fez juramento à Constituição de guardá-la, é dono de um resort onde tem contravenção. Esta Casa já fez de tudo para tentar aprovar cassino, caça-níqueis – e não consegue. E um Ministro tem um escondido e com crianças circulando.
Ora, nós precisamos investigar o "Toffoli Tayayá" – "Toffoli Tayayá" é o nome desse Ministro. "Ah, era o irmão. Dois irmãos e um primo", mas descobriu que não são, eles eram laranja – o dono é o Ministro. Onde já arrumou tanto dinheiro?
Então, se justifica o fato de o Supremo Tribunal Federal, sozinho, sem respeitar as duas Casas, o Senado e a Câmara, terem criado maioria para dizer que não existe crime em eles relatarem processos de consanguíneos. Hoje, os advogados sofrem. Como é que eles vão competir, como advogados, com a banca das esposas dos ministros, dos filhos, dos cunhados e fora os lobistas...
O SR. CARLOS PORTINHO (Bloco Parlamentar Vanguarda/PL - RJ) – Muito bem. Como advogado, eu concordo.
O Sr. Magno Malta (Bloco Parlamentar Vanguarda/PL - ES) – E encerro este aparte dizendo que não temos Ministros de Suprema Corte no Brasil, nós temos lobistas e ditadores.