Pronunciamento de Daniella Ribeiro em 07/04/2026
Discurso durante a 28ª Sessão de Premiações e Condecorações, no Senado Federal
Sessão de Premiações e Condecorações destinada à entrega da Comenda Nise Magalhães da Silveira. Destaque para a trajetória da homenageada, Dra. Ludhmila Hajjar, descrita por S. Exa. como uma profissional "imparável" que alia excelência técnica a uma profunda sensibilidade social.
- Autor
- Daniella Ribeiro (PP - Progressistas/PB)
- Nome completo: Daniella Velloso Borges Ribeiro
- Casa
- Senado Federal
- Tipo
- Discurso
- Resumo por assunto
-
Homenagem,
Saúde:
- Sessão de Premiações e Condecorações destinada à entrega da Comenda Nise Magalhães da Silveira. Destaque para a trajetória da homenageada, Dra. Ludhmila Hajjar, descrita por S. Exa. como uma profissional "imparável" que alia excelência técnica a uma profunda sensibilidade social.
- Publicação
- Publicação no DSF de 08/04/2026 - Página 20
- Assuntos
- Honorífico > Homenagem
- Política Social > Saúde
- Indexação
-
- SESSÃO DE PREMIAÇÕES E CONDECORAÇÕES, ENTREGA, SENADO, Comenda Nise Magalhães da Silveira, DESTINAÇÃO, PESSOA FISICA, CONTRIBUIÇÃO, TRATAMENTO ESPECIAL, SAUDE.
- ELOGIO, MULHER, HOMENAGEM, DIRETOR, HOSPITAL.
A SRA. DANIELLA RIBEIRO (Bloco Parlamentar Aliança/PP - PB. Para discursar.) – Bom dia a todos, bom dia a todas.
É com muita alegria que esta manhã chega para todas nós, principalmente para quem compreende a saúde como o maior bem que nós temos nesta vida. Sem saúde, sem vida. Então, é um dia extremamente especial para esta Casa, não só para os homenageados, mas para quem teve a oportunidade e quem tem a oportunidade de homenagear.
De forma muito especial, eu gostaria de elevar o nome da comenda. Aqui já foi falado muito sobre Nise Magalhães da Silveira, então eu vou só ratificar o que foi dito sobre essa grande mulher. Eu, como paraibana, sou muito objetiva, tá gente? E também acho que, nos dias de hoje, os discursos, as falas e as nossas lutas também exigem objetividade, desde que ela tenha a consistência e tenha o recado que nós precisamos dar.
Então, de forma muito especial, quero cumprimentar a mesa, e cumprimento a Presidência da Mesa na pessoa da Senadora Eudócia, que tem uma atuação muito forte, graças a Deus, nesta Casa, uma grande mulher. Cumprimentar, de forma muito especial, também o nosso Senador Nelsinho Trad, meu colega, Presidente da Comissão de Relações Exteriores desta Casa; cumprimento o Sr. Ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, que está à mesa e faz com que essa mesa, obviamente, se enriqueça.
Meu pai diz o seguinte – eu vou fazer vocês rirem um pouco. Meu pai é uma pessoa por quem eu sou apaixonada, 91 anos de idade, e ele diz, Ministro Schietti – que alegria estar aqui falando com você! – o seguinte, quando começam a dizer "venham para o lugar de honra fulano de tal", "venha para o lugar de honra fulano de tal", aí meu pai pegou o microfone um dia e disse assim, puxou do cerimonial e disse assim: "Pare de dizer isso, porque quem está embaixo está em lugar de honra também, porque é todo mundo com honra também". Então, eu quero aqui dizer da honra de receber cada um de vocês neste dia. Meu pai é muito verdadeiro, e é a forma de ele fazer política a vida inteira, mesmo não estando mais em cargo público, mas ele é mais político, eu diria, do que eu, do que meu irmão, e hoje do que meu filho, que assumiu o Governo do Estado da Paraíba, para a minha alegria, minha honra, com muito orgulho, aos 36 anos de idade, o Governador mais jovem do nosso país, e isso numa trajetória política de vida.
Daqui do Senado Federal eu vou me despedindo até o final do ano, cumprindo a minha missão, mas com o entendimento de que a Paraíba tem que continuar crescendo com tudo aquilo que a gente vem fazendo. Às vezes, a gente abre mão, e tem que abrir mão, das nossas próprias vaidades, ou às vezes até das nossas próprias, de algum plano que a gente tenha, mas Deus sempre tem outro para a gente.
E, nesta manhã, de forma muito especial, cumprimento o Ministro Schietti, que está conosco; cumprimento o Ministro, que não é paraibano, mas de família paraibana, o nosso querido Ministro Falcão; nosso Ministro Benedito, a nossa querida Guiomar, que é uma grande mulher e que nos inspira bastante. Quero dizer que, onde quer que a escute, e onde quer que a veja, a sua inspiração atravessa, pode ter certeza, fronteiras, e chega até a nossa Paraíba também.
De forma ainda, como disse, tentando ser a mais rápida possível, eu quero cumprimentar a Coordenadora do Núcleo de Premiações, a Dra. Lilia de Melo Dias, responsável por toda esta manhã tão especial, e a cada servidor desta Casa com que eu tenho a alegria de conviver todos os dias, com carinho. Tem uns que chegam com uma balinha, gente, assim, para não dizer que é Zezinho – não é Zezinho? –, que chega na gente cuidando com aquela balinha e trazendo aquele carinho muito especial.
Mas eu tive e tenho, aqui nesta manhã, uma missão que eu diria que é nada mais do que um reconhecimento, meu querido amigo Senador Randolfe Rodrigues, de uma mulher que ultrapassa os limites das fronteiras de São Paulo, de Brasília, de onde quer que seja do Brasil. Ela ousou internacionalmente. Eu quero falar da nossa querida Ludhmila Hajjar. Eu até me emociono quando alguém fala sobre a humanidade, a sensibilidade e a forma humana com que ela trata as pessoas.
É porque, Dra. Ludhmila... É difícil dizer sobre Dra. Ludhmila, porque ela cria um carinho tão grande com a gente. Aí, Nelsinho Trad já queria... Ele disse: "Eu posso entregar com você o prêmio?". Eu disse: "Pode não; pode não!". (Risos.) "Nem pense que vai entregar. Eu vou fazer o registro de que você gosta muito dela, mas não vai entregar. O prêmio é meu, eu que vou entregar!". (Risos.) Mas faço o registro desse querido amigo e de tantos outros aqui que gostariam, com toda certeza, e estão entregando comigo...
Então, eu queria dizer que esta Casa... Eu vou fazer algumas... Eu não costumo ler discurso. Geralmente à minha turma, eu sempre peço a eles desculpa, porque eu peço que eles façam, eles fazem, e aí eu termino saindo do texto; não consigo Ministro, a gente vai pelo coração. (Risos.) E, com o coração, eles conseguem até colocar aquilo que eu quero dizer, mas o coração é diferente – né? –, as nossas falas saem; a boca fala do que o coração está cheio. Então, esta Casa hoje se reúne para reconhecer aqueles que dedicam suas vidas à construção de uma saúde mais humana, mais justa, mais digna para o povo brasileiro.
Sobre a comenda, eu já falei. Então, eu gostaria de evocar, sob a inspiração de Nise Magalhães da Silveira... É sob essa inspiração que celebramos os agraciados e agraciadas... o agraciado e as agraciadas desta manhã. Entre eles, eu tenho a honra de destacar a médica Ludhmila Hajjar, cuja trajetória é motivo de orgulho para o Brasil e para mim de especial satisfação por tê-la indicada para essa comenda.
A Dra. Ludhmila construiu uma carreira marcada pela excelência técnica, pelo compromisso com o serviço público e por uma visão moderna e transformadora da medicina. Na verdade, a Ludhmila é imparável; eu diria que ela não é só incansável, ela é imparável! Ela tem uma coisa que, na política, eu diria... A gente sabe que o médico está sempre ali, a postos e tal, mas a vida é muito parecida com a missão de quem ama fazer política: a gente não tem hora para nada, a gente não tem final de semana, a gente realmente não tem dia. Quando eu chego à Paraíba, eu tenho que estar a posto para aqueles que estão precisando de mim de uma forma diferenciada. Sua atuação recente na concepção da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do SUS, exatamente com esse espírito inovador, traz um projeto que integra tecnologia de ponta, inteligência artificial, telemedicina e medicina de precisão sem jamais perder de vista o elemento mais essencial, que é o ser humano.
Eu acompanhei um pouco dessa luta, talvez até, como ela disse, muito, porque o que eu acho mais bonito das nossas lutas... E eu quero dizer isso a vocês, porque a minha luta começou tentando ser Vereadora, porque, dentro da minha casa, meu pai não queria, de jeito nenhum, que eu entrasse na política, pelo cuidado paraibano, nordestino, com as filhas mulheres; e essa foi minha primeira luta. Quando eu penso que nunca desisti, e quando eu olho para você e vejo todos os nãos que você enfrentou, e as dificuldades que você enfrentou para conseguir fazer com que esse projeto fosse realmente assinado e se realizasse neste país, foi justamente por você não desistir. Montanhas vêm, vales, mas, para aquele que tem um objetivo, aquele ou aquela que tem no seu coração a certeza de que aquilo é certo...
Parece muito com o meu programa, o Programa Antes que Aconteça, que é o programa de violência contra a mulher que eu comecei em 2023, quando colocamos, pela primeira vez, dinheiro no orçamento. Eu participei da Comissão Mista de Orçamento, graças a Deus, como Presidente, e vimos ali que não tinha sequer R$1 para cuidar das mulheres neste país. E ali iniciamos com o pioneirismo no meu estado. E nunca desisti. E dificuldades vieram e continuam vindo, mas é esse coração de não desistência – porque aqui não é sobre mim, é sobre você –, de não desistir que fez com que o hospital do futuro, que precisa ser inteligente, sim, mas também precisa ser acessível, que precisa caber dentro do orçamento público, mas também sem abrir mão da qualidade. Ou seja, o orçamento público tem que caber, porque as prioridades – e eu estou falando com a autoridade de quem passou pela Presidência da Comissão de Orçamento –, são muito simples, é aquilo que eu escolho. Qual é a prioridade? Dentro da nossa casa, o que é a prioridade e o que devem ser os primeiros investimentos? Quais são as nossas necessidades?
Então, é uma via de mão dupla: precisa reduzir desigualdades, evitar mortes preveníveis e devolver dignidade às pessoas. Essa visão se traduz em iniciativas concretas: a implantação de UTIs automatizadas e integradas em todo o país.
E para quem está em casa, assistindo pela TV Senado: talvez você não esteja alcançando o que significa essa conquista, mas essa conquista – eu creio – veio para o Brasil. Quando você pensou, quando você sonhou, você sonhou algo transformador que se iniciava em São Paulo, mas isso iria ser algo para todo o país.
Somos uma família – digo sempre –, com diferentes sotaques, em um país enorme, com diferenças econômicas, mas, acima de tudo, com a irmandade que nenhum povo tem. Eu digo isso de coração. Eu não viajo tanto quanto algumas pessoas viajam, mas, quando vou para fora, eu tenho muita saudade, primeiro, do meu Nordeste, da minha terra, porque o calor humano, a vontade de ajudar o próximo está dentro da gente. E não é só o Nordeste; é o Brasil como um todo, é o brasileiro, é o nosso povo.
Então, eu queria concluir dizendo que se trata de um esforço que une ciência, gestão e compromisso social, com um investimento inicial, gente, estimado em R$1,7 bilhão, viabilizado por meio de cooperação internacional, especialmente junto ao Banco dos Brics, demonstrando que é possível aliar responsabilidade fiscal e inovação no SUS.
Às vezes, a política partidária atrapalha; aliás, muitas vezes, ela atrapalha. É contra isso que eu luto com o meu Programa Antes que Aconteça, para que ele não entre – nós entramos com todas as instituições – na política partidária, que é onde acontecem as dificuldades. E que bom que você venceu, minha querida Dra. Ludhmila, essa que talvez tenha sido – eu não sei, eu estou falando porque eu sei o que todas nós enfrentamos – uma das maiores dificuldades, que é a questão desse pensamento atrasado ainda no nosso país de que a gente tem que ter política de governo, não política de Estado. Quando o país entender que nós precisamos de política de Estado, nós haveremos de ir para um outro patamar. E, nesse programa, eu tenho certeza de que foi compreendido, tanto é que ele aconteceu.
Então, senhoras e senhores, é um modelo em que, mais do que de inovação tecnológica, estamos falando de uma nova lógica de cuidado, um modelo que conecta a atenção primária, a alta complexidade e a pesquisa, enfrentando gargalos históricos do SUS, reduzindo desperdícios e ampliando o acesso com equidade. Esta é, em essência, a tradução contemporânea do legado de Nise Magalhães: colocar a ciência a serviço da humanidade.
Senhoras e senhores, ao homenagearmos a Dra. Ludhmila Hajjar, não reconhecemos apenas uma carreira brilhante; reconhecemos uma visão de país, reconhecemos a crença de que é possível – e isso me emociona – fazer mais e melhor com responsabilidade, com inovação e com compromisso público.
Dra. Ludhmila, você podia dar muito bem, obrigada, de onde você está, apenas com o que você já conquistou, mas você não parou nisso, você pensou no próximo, e a vida, essa vida que nós vivemos, não é sobre nós. A gente pensa que é para a gente cuidar o tempo todo da nossa vida, resolver a nossa vida, cuidar das nossas situações, dos nossos problemas. Deus não nos deu a oportunidade de viver para a gente pensar em nós o tempo inteiro; muito pelo contrário. Ele nos deu a oportunidade de viver para que, onde a gente estivesse, a gente pudesse pensar naquele que, onde ele nos colocou, nós pudéssemos ajudar, e que precisa de nós. É isso que você fez e é isso que você tem feito.
Como eu disse, o comodismo de cada um de nós poderia acontecer, mas quando a gente ultrapassa essa linha e compreende a nossa missão, que é a missão de Deus – que é assim que eu entendo, respeitando todas as religiões –, não é sobre a missão de cada um, é uma missão só, para todos nós.
Reconhecemos, sobretudo, que o futuro da saúde brasileira passa por pessoas que, como você, não se conformam com limitações, mas trabalham para superá-las. Que essa comenda sirva não apenas como reconhecimento, como inspiração, mas que inspire novas gerações de profissionais da saúde, gestores públicos, pesquisadores a seguirem esse caminho de dedicação, competência e humanidade.
Na minha casa são três filhos; o mais novo faz medicina. Eu já mando olhar para o que a Dra. Ludhmila conquistou, e eu digo para pensar alto, pensar nos outros, olhar para os outros, já criar sonhos e realizá-los.
Que possamos, todas nós, honrar o legado de Nise Magalhães da Silveira, construindo um sistema de saúde que trate não apenas de doenças; muito pelo contrário, que a gente possa antecipar, porque, quando a gente – e isso nós sabemos também, vai para o orçamento também, assim como a violência contra a mulher – vai tratar lá o final, a gente deixou, além de cuidar da vida humana, além de salvar vidas, nós deixamos de também economizar no orçamento, por incrível que pareça.
Concluo dizendo dos meus parabéns e da minha alegria de estar aqui, nesta manhã, no Senado Federal, eleita como a primeira Senadora da Paraíba em 200 anos, sendo a Primeira-Secretária do Senado Federal, e poder homenageá-la em nome... Aí, eu tenho que colocar os nomes de todos os colegas, porque todos já queriam se escalar aqui, no meu lugar. Eu falei: "Não vai não". (Risos.) Então, eu faço a menção, mas não vai.
Mas, assim, em nome de todas as colegas...
Soraya, bom dia. Não a tinha visto. Perdoe-me, Senadora.
Em nome de todos aqueles que aqui estão, parabéns! Que você receba essa comenda não como mais uma homenagem, mas como uma homenagem que você possa celebrar.
Por fim, eu termino dizendo: pela vida que nós estamos levando, nós estamos nos acostumando a não celebrar as nossas até pequenas conquistas. E, aí, eu queria trazer uma reflexão para concluir, que você possa celebrar essa conquista como algo muito grande; que você possa lembrar, todas as manhãs, quando você acordar, que você possa agradecer e dizer: "Eu pude, cheguei a esse lugar e tive a oportunidade de fazer". Que você possa se lembrar, porque, às vezes, a gente...
Como eu disse, esse mundo e essa cultura do quanto mais fazer, bonito dizer, e aí, quando a gente chega a uns lugares: "Como está a vida?". "Correndo. Correndo. Trabalhando. Não parando." É a cultura justamente que falou o autor que agora não me vem à mente, mas que é a cultura da... Alguém leu esse livrinho? Pelo amor de Deus... É a cultura... Bom... Vai chegar. Mas é essa cultura que nós estamos tendo de quem trabalha mais mostra mais, que está fazendo mais. E é ao contrário: nós estamos, pouco a pouco, nos desfazendo da nossa saúde, dos nossos cuidados, dos nossos familiares, das pessoas que nos são preciosas, porque amizade precisa de tempo. Amizade precisa que a gente invista.
Então, que você possa celebrar essa conquista como uma conquista que foi sua e, tenho certeza, de outros que estiveram ao seu lado e outras que estiveram ao seu lado, dizendo – porque há momentos em que a gente fraqueja também, não é só alegria, não – "não desista". E são essas pessoas que a gente precisa ter ao nosso lado, que segurem na mão e digam: "Não, não, não. Não vai desistir, não. Você chegou até aqui e não vai desistir, não". Eu quero homenagear essas pessoas também, porque elas são aquelas pessoas que nós precisamos, são os "amigos do telhado".
Quem já leu a parábola que Jesus conta, quando estava dentro de uma casa, em que um amigo paralítico... Não tinham como chegar até Jesus para que esse paralítico fosse curado, e eles subiram pelo telhado, abriram o telhado e desceram aquela pessoa. Nós precisamos ter pessoas assim ao nosso lado, os amigos do telhado, que, quando a gente está cansado, seguram na nossa mão, nos levam e dizem: "Continua, que você vai chegar". E você chegou.
Que Deus abençoe a sua vida. Que você continue sendo essa pessoa, eu diria, não só encantadora; humana, amável – independentemente de quem tenha cargo, quem não tenha, porque isso é importante a gente dizer, que não importa – e que inovou no nosso país, trouxe uma nova realidade para o Brasil, porque nunca desistiu e sempre acreditou.
Receba essa comenda e celebre, celebre nesse dia. Mesmo trabalhando, celebre; mesmo indo atender, celebre; mesmo à noite, celebre. E estejam juntas, celebrando e dizendo: "Nós chegamos".
Que Deus abençoe a cada um que fez parte de tudo isso também e que entendeu e teve sensibilidade: ao Governo; a todos aqueles atores que foram importantes; à Presidenta Dilma, Ministra, hoje representante lá no Brics; a todos aqueles que fizeram parte dentro desse processo.
Que você possa vir agora receber das minhas mãos esta comenda e que você, como eu disse, celebre. Que nós possamos celebrar todas as conquistas, das pequenas às grandes.
Muito obrigada a todos.