Pronunciamento de Cleitinho em 14/07/2026
Discurso durante a 106ª Sessão Deliberativa Ordinária, no Senado Federal
Apelo em favor da adoção da pena de morte no sistema jurídico nacional.
Reflexão sobre a atuação da classe política, com indignação contra os privilégios usufruídos pelos políticos.
Defesa do fim da escala 6x1 para os trabalhadores brasileiros.
- Autor
- Cleitinho (REPUBLICANOS - REPUBLICANOS/MG)
- Nome completo: Cleiton Gontijo de Azevedo
- Casa
- Senado Federal
- Tipo
- Discurso
- Resumo por assunto
-
Constituição,
Direito Penal e Penitenciário,
Processo Penal:
- Apelo em favor da adoção da pena de morte no sistema jurídico nacional.
-
Agentes Políticos,
Atuação do Estado:
- Reflexão sobre a atuação da classe política, com indignação contra os privilégios usufruídos pelos políticos.
-
Constituição,
Trabalho e Emprego:
- Defesa do fim da escala 6x1 para os trabalhadores brasileiros.
- Publicação
- Publicação no DSF de 15/07/2026 - Página 60
- Assuntos
- Outros > Constituição
- Jurídico > Direito Penal e Penitenciário
- Jurídico > Processo > Processo Penal
- Administração Pública > Agentes Públicos > Agentes Políticos
- Outros > Atuação do Estado
- Política Social > Trabalho e Emprego
- Matérias referenciadas
- Indexação
-
- SOLICITAÇÃO, PENA DE MORTE, SISTEMA, REGIME JURIDICO, BRASIL.
- ATUAÇÃO, CLASSE POLITICA, INDIGNAÇÃO, PRIVILEGIO, POLITICO, CRITICA, Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), RECURSOS FINANCEIROS.
- DEFESA, ABOLIÇÃO, JORNADA DE TRABALHO, PROPOSTA DE EMENDA A CONSTITUIÇÃO (PEC), ALTERAÇÃO, CONSTITUIÇÃO FEDERAL, REDUÇÃO, AUMENTO, REPOUSO SEMANAL, EMPREGADO, PREFERENCIA, DIA, DOMINGO, PROIBIÇÃO, DESCONTO SALARIAL, CORTE, REMUNERAÇÃO, POSSIBILIDADE, COMPENSAÇÃO, HORARIO, REQUISITOS, ACORDO COLETIVO DE TRABALHO, PACTO, TRABALHADOR, EMPREGADOR, FLEXIBILIDADE, GARANTIA, REGIME DIFERENCIADO, APLICAÇÃO IMEDIATA, NORMAS, CONTRATO DE TRABALHO, VIGENCIA, PRESERVAÇÃO, IRREDUTIBILIDADE, SALARIO, PISO SALARIAL, FIXAÇÃO, PRAZO, FASE, IMPLEMENTAÇÃO, PODER PUBLICO, CONTRATO ADMINISTRATIVO, ADAPTAÇÃO, TERMO ADITIVO, EQUILIBRIO, EFEITOS FINANCEIROS, INCIDENCIA, LICITAÇÃO, CONCESSÃO, PARCERIA PUBLICO-PRIVADA (PPP).
O SR. CLEITINHO (Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - MG. Para discursar.) – Sra. Presidente, boa noite. Boa noite aos Senadores e Senadoras, à população que acompanha a gente pela TV Senado e aos servidores desta Casa.
O tema que eu vou trazer agora aqui, que acho de suma importância para V. Exa. também, é a bebê Helena, que morreu vítima de estupro com 10 meses – 10 meses –, e agora parece que o ficante da mãe também é acusado de ter matado essa bebê de 10 meses. É isto que a gente deveria tratar aqui, dentro do Senado, dentro do Congresso Nacional: a gente fazer uma nova Constituição, para deixar para os estados poderem fazer sua lei penal, porque, se eu fosse Governador de Minas Gerais, a primeira coisa que eu ia fazer seria a pena de morte.
Eu faço uma pergunta para você que está vendo aqui: qual é a possibilidade de dois marginais, duas escórias, que não são seres humanos, estuprarem um bebê de dez meses e matarem esse bebê? Qual a possibilidade de estarem na sociedade? Qual é a possibilidade de conviverem com... isso não é ser humano, isso é uma escória, isso é um verme, que tem que estar de baixo da terra, tem que estar no colo do capeta, é lá onde eles têm que estar.
Então, a gente precisa urgentemente tratar desse tema de pena de morte para situações como essa. Esses não vão voltar para a sociedade como pessoas civilizadas, conviver com a sociedade, não.
Eu faço uma pergunta para você: Como dois vermes, duas escórias, estupram um bebê de dez meses e matam esse bebê? Como? Eu me pergunto: Como é que deixam dois marginais desses na sociedade? Eu tenho certeza absoluta de que assim que a polícia botar a mão – eu acho que já botou a mão – ou chegarem na cadeia, eles vão morrer. Nem a cadeia, nem os bandidos aceitam pessoas como essas dentro da cadeia.
Eu vou repetir: uma bebê que se chama Helena, de dez meses, foi estuprada por dois marginais e morreu – dois vermes, duas escórias; duas escórias! Por isso que eu falo: a gente tem que debater isso urgentemente aqui dentro do Senado, aqui dentro do Congresso, fazer uma nova Constituição para a gente poder dar pena de morte.
E eu falo aqui para os direitos humanos, para quem quer defender esses dois marginais: Levem para a sua casa! Levem esses dois marginais para a sua casa! A gente precisa urgentemente tratar de pena de morte neste país aqui! Acaba! Chega! – chega!
E sabe o que é o pior de tudo? Sabe o que é o pior de tudo, você que está vendo? Você vai trabalhar, essa mãe também vai trabalhar, o pai dessa criança vai trabalhar para pagar imposto para manter esses dois vermes dentro da cadeia, eles que deveriam estar sabe onde? No colo do capeta, que é o lugar deles!
Então, gente, vamos trabalhar a pena de morte no Brasil, vamos mudar essa Constituição, porque se não tiver peito para fazer, muda a Constituição para deixar os Governadores... deixar a lei penal ser para cada estado, porque se eu virar Governador de Minas Gerais, eu falo para vocês, viu? É pena de morte, é pena de morte!
E não precisa nem chegar para ter lei, não. Ô, policial, foi lá pegá-lo? Mate-o, acabe com ele! A pena de morte é para... Porque quem teve pena de morte de verdade sabe quem foi? Foi a bebê Helena de dez meses. Ela teve pena de morte – dez meses! Esses dois marginais, às vezes, vão para a cadeia, depois estão soltos, e vão continuar fazendo esses crimes.
Então, o que nós temos que fazer aqui é deixá-los debaixo da terra, no colo do capeta, é isso que tem que acontecer com esses dois vermes, com esses dois marginais. Pena de morte para eles!
Agora, eu queria falar aqui também... Gente do céu! Parece que a gente vai entrar de recesso esta semana, hein? Aí eu queria fazer uma comparação aqui para vocês, para você trabalhador, para você empreendedor: como é que funciona a escala de S. Exas. aqui do Congresso Nacional e a escala do trabalhador, neste ano de 2026, tá gente?
Neste ano de 2026, os dias trabalhados... Aqui, vou repetir para vocês, tá? No ano de 2026, o trabalhador na escala 6x1 – está aqui, ó – trabalhou 313 dias. Está aqui – cameraman, dá um zoom aqui para mim aqui –, olha que beleza aqui: neste ano de 2026 você, trabalhador, vai trabalhar 313 dias, pagando imposto para manter o Congresso Nacional, para manter as S. Exas., para manter os privilégios e as regalias.
Agora vamos aos políticos, porque este ano, gente, neste ano de 2026 aqui, o que acontece? Ainda tem eleição, né? Tem eleição, teve Copa do Mundo. Então, vamos mostrar como é que funcionou dos políticos.
Dos políticos é o seguinte, gente, está aqui, quero mostrar para vocês aqui, vou mostrar aqui – não fica com raiva de mim não, gente, pelo amor de Deus, tá? Políticos, 104 dias, na escala 5x2, porque durante o ano passado e este ano a gente não fez 3x4 não, porque muitas das vezes na quinta-feira não se trabalha mais. Então, são terças e quartas. Estou falando aqui no Congresso Nacional, viu gente? Então, políticos, não fiquem com raiva de mim, não.
Então, na escala 5x2, deu 104 dias. Aí, menos 30 dias de recesso em janeiro – porque a gente não trabalha em janeiro – 74 dias já foram. Vai indo, gente. Menos 15 dias de recesso agora de julho, caiu para 59 dias no ano de 2026. Mas aí agora tem eleição. Então, menos 45 dias de eleição. Nós vamos trabalhar, mais ou menos, uns 15 dias neste ano aqui, terças e quartas-feiras. Quinze dias! Agora tem eleição, e eu faço uma pergunta: qual político que vai estar na eleição em agosto vai vir para cá em agosto, setembro e outubro, até acabar a eleição? Quem vai disputar a eleição vai ficar lá no seu estado fazendo campanha, inclusive recebendo fundo eleitoral de 5 bilhões, que quem vai pagar é trabalhador que fez a escala 6x1 e ainda teve que trabalhar, durante o ano de 2026, 313 dias. E aqui está assim: mais ou menos isso aqui vai ser este ano de 2026.
Pelo amor de Deus, gente! Não fique com raiva de mim, não fique, não; vai orar que vai passar. Mas eu tenho que mostrar a verdade para vocês. Enquanto vocês ralam para trabalhar nesta escala maldita de 6x1, agora, a partir de semana que vem, nós estaremos de recesso e voltamos em agosto. E o que acontece em agosto? A festa da democracia, que vai de agosto até outubro. E aí o que acontece? Você acha que vai ter trabalho? Vocês acham mesmo que vai ter trabalho? Pelo contrário, vai é para a porta da sua casa pedir voto. E muitos que vão aí pedir voto para você não querem votar o fim da escala 6x1, querem fazer você trabalhar igual a um condenado no 6x1, e nós aqui trabalhando, durante este ano de 2026, o que não vai dar nem um mês de trabalho, gente, do jeito que está aí. A verdade dói, mas a verdade tem que ser dita.
Então, eu queria mostrar isso para você, trabalhador. Este ano tem eleição. Então, na hora em que o político bater na sua porta e falar: "Eu quero falar de saúde, segurança, educação. Eu quero cuidar de você". Não quer cuidar nada. Ele quer cuidar do bolso dele, ele quer cuidar do patrimônio dele, ele quer cuidar do poder dele. A verdade é esta: a maioria da classe política está cagando para vocês – a verdade é essa –, está preocupada em se reeleger, em poder, em dinheiro, em encher o bolso. Então, tome jeito.
Você, que é o patrão, tome jeito. Na hora em que o político chegar na porta da sua casa e bater na sua porta, questione ele, cobre dele.
Não trate político como o ídolo, não, gente! Pelo amor de Deus! Acabe com isso. Político não é ídolo, não. Nós ganhamos 40 mil por mês aqui – 40 mil por mês –, com um monte de privilégio e regalia, e, muitas das vezes, a gente está de folga, não trabalha. Então, pare de tratar qualquer político, seja de esquerda, de direita, de qualquer partido que for, como ídolo. Ídolo é só Jesus Cristo, que morreu crucificado por nós ainda, foi perfeito e morreu crucificado. O único que é ídolo nosso é Ele, que é referência. Nenhum político é referência de nada, não. Nós somos um bando de pecador – igual a todo mundo –, estamos cheios de erros, cheios de equívocos. Não tem salvador, não.
Sabe quem vai salvar você? É você acordar cedo para ir trabalhar. Se você depender de político para salvar sua vida, você está morto. Esqueça político para salvar sua vida. "Ah, eu vou votar nesse aqui, porque esse aqui vai salvar, esse aqui vai fazer." Vai fazer nada. Do jeito que está? Vamos parar. Não vou vender sonho para vocês. Jamais vou fazer isto, ficar vendendo sonho aqui. Quem muda sua vida – quem muda sua vida – é você, trabalhando, arregaçando as mangas. O político, o mínimo que ele tem que fazer quando ele está eleito – ou Governador ou Presidente ou Senador – é não atrapalhar sua vida. É isto o que a gente tem que fazer aqui: chegar aqui e defender os seus direitos. Agora, quem vai mudar sua vida é você. Não espere e ache que político é salvador da pátria, que vai mudar sua vida. Quem vai mudar sua vida é você.
Então, essa é a reflexão que eu queria deixar para vocês, porque agora, gente, semana que vem, estamos de recesso. Aí acaba julho, o que acontece? Entra o mês de agosto. Aí começa o quê? As eleições, a festa da democracia. E sabe o que acontece? Quando você vai pedir um emprego, até pelo currículo você tem que pagar. Para chegar à empresa, você tem que pegar o seu carro para ir trabalhar, ou você tem que pedir um uber, ou você tem que pedir um táxi, ou você tem que pegar um ônibus, você tem que pagar do seu bolso. Sabe o que vai acontecer agora na campanha? Você vai pagar esse político para ir na sua casa pedir voto. E muitas vezes você o paga agora, para fazer campanha, para depois ele ser eleito, ir lá e roubar você. É desse jeito.
Então, gente, é só uma reflexão para vocês, está bom? Que este ano agora, este ano de 2026 – nós estamos agora no mês de julho –, está acabando agora a Copa do Mundo...
(Soa a campainha.)
O SR. CLEITINHO (Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - MG) – ... mas também estamos entrando agora no recesso. E depois do recesso, o que acontece? Depois do recesso, entra o mês de agosto, a gosto de Deus. Aí o que acontece no mês de agosto? A festa da democracia, com 5 bilhões para colocar no bolso dos políticos, né? Aí fica até outubro. E aí ninguém trabalha. Aí você tem que ralar na escala 6x1 para manter essas eleições e ainda manter o Congresso Nacional fechado.
Fica a dica para vocês, viu? Você é o patrão e os políticos são os empregados.
Muito obrigado, Sra. Presidente.
A SRA. PRESIDENTE (Damares Alves. Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - DF) – Obrigada, Senador Cleitinho.
Eu vou ser solidária à primeira parte da sua fala.
O SR. CLEITINHO (Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - MG. Fora do microfone.) – Às duas!
A SRA. PRESIDENTE (Damares Alves. Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - DF) – Às duas não, porque eu trabalho mais de 14 dias por ano, Cleitinho. Eu e o Paim, nós chegamos aqui na segunda de manhã e vamos embora na sexta.
O SR. CLEITINHO (Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - MG) – Eu sei, eu sei. Mas é porque a carapuça nunca é para servir de palco para político. Não pode. No caso, eu nunca estou generalizando. Agora, para quem a carapuça serviu, vai orar porque vai passar, não é, Presidente?
Muito obrigado.
A SRA. PRESIDENTE (Damares Alves. Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - DF) – Mas, Cleitinho, só volta aqui.
Esses maníacos que mataram essa bebê, esses maníacos...
O SR. CLEITINHO (Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - MG. Fora do microfone.) – Um lixo!
A SRA. PRESIDENTE (Damares Alves. Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - DF) – Eles até podem ser condenados. Aí, depois, se alguém disser que eles são doentes da cabeça, eles vão para a rua por causa da campanha antimanicomial, da política antimanicomial.
Só aqui, no meu Distrito Federal, mais de 70 criminosos perigosos foram recentemente para a rua porque não temos mais os manicômios no Brasil, a prisão para esse tipo de criminoso, que encontra, às vezes, laudos médicos, para que eles sejam considerados doentes mentais.
Nós tivemos essa semana um estuprador aqui da região com vários estupros. E aquele rapaz que entrou no cinema, lembra, Cleitinho?
O SR. CLEITINHO (Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - MG) – Lembro.
A SRA. PRESIDENTE (Damares Alves. Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - DF) – Lá em São Paulo, e matou um monte de gente? Ele fez isso dentro de um cinema do shopping.
O SR. CLEITINHO (Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - MG) – Viram ele no shopping agora de novo.
A SRA. PRESIDENTE (Damares Alves. Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - DF) – E agora ele estava no shopping. Qual é a segurança que as pessoas daquele shopping têm em saber que aquele assassino está andando solto porque ele foi considerado um doente?
Esses dois que mataram a bebezinha, se tiverem um bom advogado e um médico que dê um laudo, vão responder a um processo e vão ser condenados naquela pena que nós aprovamos aqui de 40 anos.
O SR. CLEITINHO (Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - MG) – Isso.
A SRA. PRESIDENTE (Damares Alves. Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - DF) – Eu, você, Margareth... Eles vão ser condenados, mas não vão ficar na cadeia.
Então, Cleitinho, eu tenho que ser solidária com você nessa primeira parte e dizer que a gente não aguenta mais.
O SR. CLEITINHO (Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - MG) – Não.
A SRA. PRESIDENTE (Damares Alves. Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - DF) – A gente não suporta mais.
Eu estava falando de prisão perpétua há muito tempo. Como pastora, é difícil para mim falar em pena de morte.
O SR. CLEITINHO (Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - MG) – A gente tem que perdoar, não é, Damares?
A SRA. PRESIDENTE (Damares Alves. Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - DF) – Mas a prisão perpétua, Cleitinho, a gente vai ter que aprovar logo nesta nação...
O SR. CLEITINHO (Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - MG) – Sim.
A SRA. PRESIDENTE (Damares Alves. Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - DF) – ... porque a gente não suporta mais.
Entendo a sua indignação como pai, entendo a sua indignação como tio, entendo a sua indignação como homem que ama as crianças. E você sabe da minha luta. Então, Cleitinho, a gente tem que dar uma resposta. O Brasil não aguenta mais tanto crime.
Obrigada, Senador Cleitinho...
O SR. CLEITINHO (Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - MG) – Obrigado, Sra. Presidente.
Só para finalizar.
A SRA. PRESIDENTE (Damares Alves. Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - DF) – ... futuro Governador de Minas.
O SR. CLEITINHO (Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - MG) – Vamos falar, não é, Sra. Presidente? Uma bebê de dez meses...
A SRA. PRESIDENTE (Damares Alves. Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - DF) – De dez meses....
O SR. CLEITINHO (Bloco Parlamentar Aliança/REPUBLICANOS - MG) – ... ser estuprada por dois marginais? E ter a oportunidade desses marginais ainda poderem estar na rua? Então, assim, têm que estar é no colo do capeta.
Muito obrigado.